Apresentação

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Apresentação

Queridos irmãos.

A Paz do Senhor seja sobre vós!

Apresento ao meu público de amigos leitores esta coletânea de materiais sobre o poder da música, o mais poderosos meio de comunicação universal, ninguém pode duvidar disso, e nesta matéria todas as religiões do mundo, do globo concordam que a música é sem dúvida nenhuma o mais poderoso meio de comunicação do universo.

Já há 15 anos sou pesquisador do assunto, o que trago nessa coletânea é uma árdua pesquisa sobre o assunto, de forma respeitosa mais muito sólida. Trago opiniões, estudos de renomados exegetas, articulistas que durantes esses 15 anos arquivei, cito o nome dos autores de cada artigo uma fonte, faço isso porque respeito e aceito as idéias dos mesmos, ao final trago uma matéria de minha autoria sobre a música na Bíblia.

Fraternalmente

Ev.: Claudinei Nascimento

Contatos: 31 3336-7204 / 8755-9591

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A mutação da música evangélica

Com sérias repercussões no ambiente evangélico brasileiro, o canto congregacional nas igrejas americanas já passou por três grandes crises:

1. Depois de 1870, com a introdução do Gospel Hymn (hino evangelistico). Com a emancipação dos escravos negros a musical evangelística passa a sofrer a influência do blues, dando vazão ao Spiritual (forma religiosa do blues). A diferença era o tema e o conteúdo, e por ser mais melódios era o blues (lobo) vestido de música evangélica (ovelha).

2. Depois de 1920, com a adoção do Negro Spiritual (é a transformação dos hinos de brancos para hinos dos negros acompanhando da Ginga Africana), na década de 20 predomina o Spiritual. [pic]

3. Após 1930, com a infiltração do Gospel Song (Canção Evangelistica), Thomas Andren Dorsey com a canção “Precious Lord” fundiu a tradição do canto congregacional (Spiritual) com o canto profano da época (Blues).

Em 1939 Dorsey contratou a conhecida cantora Mahalia Jackson e sua música passou a ter lugar ao lado da Bíblia. Antes de 1950 o Gospel Music tinha substituído o tradicional canto da congregação nas igrejas negras americanas.

A Gospel Song é a forma mais moderna do Spiritual (mãe do Gospel Music).

Fonte: Gospel Song – Canção Evangelística - Do livro a mensagem oculto do Rock – CPAD

A Igreja em Perigo Constante

Atualmente, existem grupos partidaristas dentro das igrejas que afirmam que o Rock foi criado por Deus, portanto podemos usá-lo para prestar-lhe louvor e introduzi-lo nos trabalhos evangelísticos para ganhar as almas perdidas. Isso é heresia; pois a Bíblia não faz tal afirmação. Pelo contrário, seus autores são categóricos em dizer que a transformação vem pela diferença e não pela igualdade. Seria ridículo se uma irmã da igreja para pregar para uma prostituta se vestisse como ela. Quem faz a diferença em nossas vidas, não são os artifícios humanos e sim o Espírito Santo, que em nós habita. II Co 6.15-16

A pessoa que afirma que a música facilita a pregação do Evangelho para os jovens é porque conhece pouco o Evangelho de Cristo e desconhece totalmente a atuação do Espírito Santo. Estas músicas barulhentas falam pouco do Evangelho, e facilitam a introdução do mundanismo dentro da Igreja.

O pregador, David Marshall, fez a seguinte observação: “Quando a pregação é passada para o segundo plano na vida da Igreja, para que a música ocupe o primeiro lugar, na mesma proporção a vida da igreja vai se distanciando do alicerce que é Cristo e movendo-se em direção ao perigoso brejo da simples opinião humana e da tradição”... (Evangelical Times, Abril – 1975).

Sem julgarmos a sinceridade ou a integridade dos envolvidos, queremos fazer a seguinte pergunta: “Se nós imitamos o mundo, usamos a linguagem, seus valores e o seu visual a quem nós nos assemelharíamos? A um verdadeiro cristão?

Irmãos, nós temos uma personalidade específica e acima de tudo temos a mente de Cristo. Conservemo-nos assim. II Co 2.16 - Leia Hebreus 13.14 a 16

O desvario dos decibéis

Por valorizar a forma e desprezar o conteúdo, a música evangélica pós-moderna se distancia da Palavra de Deus

A influência satânica nas chamadas músicas “evangélicas” – Gospel

1. A vulgarização das músicas com as chamadas paródias.

2. A vulgarização do conteúdo dos hinos com as chamadas versões.

3. A nivelação da música evangélica ao mundano e o profano.

“A música pode moldar o caráter, mudar a maneira das pessoas pensarem e ensinar e implantar novas idéias.”.

Introdução

Neste estudo queremos abrir as vossas mentes, para que percebam as ciladas do Diabo. Para que entendam como coisas aparentemente tão insignificantes podem causar grandes danos a nossa vida, atingindo o nosso lado moral, corporal e até mesmo espiritual.

O nosso objetivo não é levar as pessoas a entenderem o que há do lado externo da música, mas sim que saibam o seu conteúdo e a maneira como pode afetar a vida das pessoas, atingindo diretamente o subconsciente. Atuando na forma de dirigir a nossa vida, mudando a nossa maneira de agir, a fim de nos conduzir a algum lugar ou a fazer alguma coisa que não condiz com a nossa vontade.

Para que isto aconteça são usados técnicas musicais através de acordes e letras, um processo único que é chamado no meio artístico de Mensagem Subliminar ou Mensagem Oculta.

Mensagens subliminares, são mensagens dirigidas diretamente ao subconsciente das pessoas, sem que elas mesmas percebam, criando desejos e necessidades incontroláveis, impelindo-as de agirem de maneira estranha, movidas por uma força que elas não compreendem exatamente de onde vem. As mensagens não são percebidas pelos sentidos exteriores. E dessa forma não existe nenhuma possibilidade de defesa contra este tipo de agressão que causa estragos.

Jimi Hendrix, cantor de rock, disse: “Você hipnotiza as pessoas com a música e aí quando você as domina em seu ponto mais frágil, você prega ao subconsciente delas o que deseja dizer”.

Contudo desejamos que após ler este estudo você esteja apto a escolher, examinar e separar as músicas que realmente são dignas de serem ouvidas por você e que aprenda acima de tudo como é importante adorar e servir ao Nosso Senhor “O Único Deus Soberano”.

Rick Martim – Discípulo de Dalailama

Gilberto Gil, disse certa vez: “os artistas são tratados como príncipes. Somos sempre anistiados de todas as nossas faltas”.

A angústia com o sucesso, segundo Gil, é um sintoma autopunitivo gerado em muitos artistas pela culpa que assumem ao assinar pactos com o sistema. “Eu fechei contrato com o diabo e não tenho o menor problema de ganhar dinheiro”.

A hinologia cristã já não anda mo mesmo compasso de antigamente. Os clássicos evangélicos que sensibilizam as pessoas, arrancando-lhes as mais compungidas lágrimas de arrependimento e lhes motivavam a aceitar Cristo como Salvador, foram relegadas ao desprezo. Entoar hinos como o consagrado Rude Cruz, da Harpa Cristã, soa para muitos ouvidos como algo arcaico.

A antipatia pelas músicas, equivocadamente tidas como ultrapassadas, tem provocado um permanente “contextualização” das letras e melodias dos hinos. Como resultado, a emenda tem saído pior do que o soneto: de tanto adaptarem os textos à linguagem corrente, os compositores acabaram por vulgarizar o conteúdo dos hinos e, o que é pior, propagam involuntariamente diversas heresias.

Repetições desnecessárias de palavras, à semelhança dos mantras pagãos: a multiplicação de sinônimos que revelam a pobreza de vocabulário, e as músicas de sentido dúbio que misturam paixões de namorados com o amor de Deus, têm desvirtuado o verdadeiro sentido do louvor.

As letras de significados mais díspares chegam a enaltecer os ditames New Age (Nova Era) por falta de embasamento bíblico. Com uma trajetória de 39 anos da gravação de louvores inspirados, o pastor Vitorino Silva, da AD em Belford Rox (RJ), declara que atualmente são feitas muitas músicas com letras vazias porque as pessoas têm preguiça de orar, ler a Bíblia e buscar a Deus para pedir a inspiração dos cânticos.

Letras erradas

Com mais de 30 discos lançados, o pastor Vitorino Silva tem um cabedal consideração de experiências na área musical. Em sua opinião, a mensagem de hinos como o que diz, sobre tua vida vou profetizar (...), revela um equívoco doutrinário. “Quem sou eu para profetizar?”, questiona. A profecia, segundo a Bíblia, é de inspiração inteiramente divina e o profeta só pode enunciá-la com a estrita autorização de Deus, jamais por sua própria convicção. O pastor Vitorino ainda cita outro exemplo bem conhecido: a música Anjos de Deus. Ela foi encampada de vez pela mídia e diz que tem anjos voando neste lugar. Até em escolas de samba a composição já foi executada. “Esse tipo de anjo eu não quero que sobrevoe por cima da minha cabeça”, declara o pastor Vitorino.

Ainda mais exigente com a mensagem dos hinos pós-modernos é o pastor e escritor Joanyr de Oliveira, da AD em L2 Sul (DF). Ele percebe nestas músicas evangélicas, que confundem as paixões carnais com o amor de Deus, um apelo erótico. “parece haver em muitas dessas composições condenáveis, um erotismo dissimulado”, constata, “elas nos remetem aos cultos de paganismo que davam destaque às pitonisas-prostitutas”.

Segundo o pastor Joanyr, o desvario dos decibéis, ao prevalecer com sons ensurdecedores e irracionais, tem aproximado a igreja das discotecas e clubes carnavalescos. Estes, inclusive, possuem blocos de “crentes”. Em sua opinião, as conseqüências destes modelos baseados na teoria do vale-tudo estão produzindo o desnorteamento doutrinário e o empobrecimento espiritual. “Não sei até onde chegaremos nesta tenebrosa marca que vulgariza o cristianismo, nivelando-o ao mundano e o profano”, lamenta. O pastor Joanyr de Oliveira vê certa dificuldade para identificar letras inspiradas pelo Espírito Santo, quando não se trata de heresias, pois fica complicado separar as emoções humanas, da inspiração divina, apenas analisando o texto. “Quem sabe se tratará da obra de uma ‘mula de Balaão’? Esta tem o seu papel e desempenhar”, ironiza.

Com a contundência que o assunto merece, o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e doutorado em História Social na Universidade Federal de Pernambuco, Iranilson Buriti, ressalta que alguns pastores, líderes e demais autoridades da igreja também são feitos co-responsáveis pelo sucesso de músicas com letras vazias e as que fazem associações entre o amor ágape e eros. “Se a igreja é dirigida pelo Espírito Santo e o instrumento dessa direção é o pastor, pesa sobre ele a responsabilidade de selecionar o que deve ser cantado e quem deve ser convidado para cantar”, enfatiza. O irmão Iranilson lembra que se os cantores são famosos é porque os evangélicos os estão patrocinando. Isso acontece quando as pessoas compram seus CD’s e fitas. “Nenhum deles emerge sozinho ao sucesso”, afirma. O professor da UFRN diz não haver fórmula ou conjunto de regras que determinem quais músicas são santas ou não. Existe o Espírito Santo, pois somente Ele dá o discernimento para o cristão distinguir as letras provenientes do Trono de Deus, das produzidas pelo forço comercial. Iranilson salienta que não devemos cair na tentação de usar nosso próprio discernimento para decifrar nada, o que pode acarretar injustiças e prejudicar determinados cantores. Consultar o Espírito Santo é o melhor método.

A irmã Adebel Lopes da Silva, professora de violão clássico e membro do AD em Guaíba (RS), acha necessário analisar o conteúdo da música antes de deixar encantar pela beleza da melodia, comparando-o sempre com a Bíblia. “Sou dirigente de coral e um dia ouvi um hino belíssimo, porém na última estrofe percebi que havia algo que não coadunava com as Escrituras Sagradas, então o descartei”, conta.

A Bíblia fornece inúmeros detalhes sobre o verdadeiro louvor e a que de destina. Valoriza, entretanto, a adoração feita com entendimento. Equivale dizer que a adoração cristã deve exceder a um mero exercício intelectual ou emocional. “Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente”. I Co 14.15.

“Pobres alaridos que envolvem a carne, promovendo emoções desenfreadas, estão envenenado o povo. Colhem joio supondo ser trigo”, afirma o pastor da AD do Distrito Federal, Joanyr de Oliveira.

Os mais belos hinos e poesias foram escritos em tribulação, e do céu a linda melodia se ouvia na escuridão.

A origem da música e a decadência de Lúcifer

A música já existia antes do início do mundo. Podemos imaginar que, quando o Senhor criava a terra, um coro angelical entoava louvores a Deus. Lúcifer, ainda como anjo luz, agia como maestro nos momentos de Louvores, em Salmo 148.1-2 – nos diz:

A Lúcifer competia como cargo destacadíssimo, liderar com vigilância a adoração ao Senhor, conforme Jó 38.7 ou Ezequiel 28.14. Lúcifer devia colocar o coro angelical em harmonia e com perfeição de som, porque ele conhece de música, e para exemplificar bastaríamos dizer que o maior músico do mundo é apenas um principiante perto de Lúcifer.

Este coro angelical que está dirigindo para Lúcifer, foi convencido pelo próprio a se rebelar contra o Senhor, em Isaías 14.13, Lúcifer declara o seu desejo de receber a adoração dos anjos, e no versículo 14 ele quer ser semelhante ao Senhor.

Este foi o desejo do coração de Lúcifer, porém, o Senhor diz: “Por amor de mim, por amor de mim é que faço isto. Porque seria profanado o meu nome? A minha glória não a dou a outrem”. E desta forma Lúcifer deixa de ser um anjo de Luz e passa a ser o adversário do Senhor, mas já começa perdendo. Em Ezequiel 28.16 diz – que o Senhor o fez perecer, em Isaías 14.15 foi lançado para o reino dos mortos no mais profundo do abismo, o inferno. Até os dias de hoje, ainda há músicas no céus e sempre terá eternamente conforme nos diz o apóstolo São João, em apocalipse 5.8 e 14.2 e o nosso Senhor agrada do louvor. Há festas no céu quando um pecador se arrepende, conforme Lucas 15.7.

O poder da música

“Com repentinos encantos, a música pode abrandar o espírito irrequieto e acalmar a mente atribulada.” Assim escreveu William Congreve em seu Hymn to Harmony, uns 300 anos atrás. Séculos antes, antigos escritos gregos afirmavam que “o aprendizado musical é o mais poderoso dos instrumentos, pois o ritmo e a harmonia invadem o recôndito da alma”.

Isso é confirmado pelo fato de que alguns pais notam que seus filhos adolescentes ficam amuados ou rebeldes quando ouvem muito heavy metal, ou rock pesado. Também pelo que se viu na Alemanha nos anos 30 e 40, quando os nazistas usavam marchas estimulantes a fim de predispor as massas para ouvir os discursos hipnotizantes de Adolf Hitler.

Inquestionavelmente, a música pode afetar a mente e o coração e ser usada para manipulá-los para o bem ou para o mal. Acredita-se, por exemplo, que criancinhas expostas a certos tipos de música melhoram seu desenvolvimento intelectual e emocional. Até mesmo gagos às vezes cantam sentenças que não conseguem falar.

Os efeitos da música sobre pacientes com doenças neurológicas que causam distúrbios de movimento são às vezes espantosos, afirma Anthony Storr, em seu livro Music and the Mind (A Música e a Mente). Ele cita o exemplo de uma paciente: “Imobilizada pelo mal de Parkison, ela só conseguia se locomover quando se recordava de melodias que aprendeu na juventude. Estas subitamente lhe devolviam a capacidade de se locomover.”

Motivos de preocupação

Portanto, parece que pode apontar benefícios no poder da música. Mas existe o perigo de que gente corrupta ou gananciosa use a música como instrumento letal. Há estudos que apontam ligações diretas entre comportamento anti-social e certos tipos de música.

Em apoio dessas afirmações, a revista Psychology of Women Quartely diz: “Há evidências que sugerem que ver vídeos de rock tem o mesmo efeito de ver pornografia, por os homens a quem se mostrou vídeos de rock violentos manifestaram atitudes mais endurecidas e hostis com relação as mulheres do que os homens a quem se mostrou vídeos de rock não-violentos.

Esse efeito não se limita a homens. As mulheres também podem ser afetadas. O mesmo artigo acrescenta: “Tanto homens como mulheres talvez comecem a aceitar as mensagens negativas que essas canções apresentam com relação à falta de valor das mulheres”.

A revista Sex Roles confirma essa conclusão, declarando: “Um estudo recente... constatou que vir de um ambiente familiar ruim e ter tido uma forte exposição a vídeos musicais era uma combinação que tinha correlação significativa com atitudes e comportamento sexual permissivos entre adolescentes do sexo feminino.”

Estava sendo extremista? Não! A revista Adolescence concluiu que “tanto os adolescentes como seus pais dizem que a vida de adolescentes que ouvem heaby metal e rap é mais cheia de tumulto”. Este tumulto inclui “comportamento agressivo e destrutivo” e fraco desempenho acadêmico.

Realmente, as ligações ente certos tipos de música e sexo ilícito, suicídio e comportamento anti-social são bem documentadas. Ma significa isso que toda música se relaciona com tais efeitos negativos? Leia o que os próximos artigos têm a dizer sobre isso.

1. O poder da música

William Congreve: “Com repetidos encantos a música pode abrandar o espírito irritado e acalmar a mente atribulada”.

Gregos antigos: “O ritmo e a harmonia invadem o recondido da alma”

Exemplos do poder da música na ciência

a) – Foi gravada a mais recente novidade tecnológica em áudio aplicada aos ritmos cerebrais, o acontecimento alcançando o cérebro humano através da música

Dó => coluna e rins Ré => órgãos genitais Mi => pixe solar

Fá => coração Sol => garganta Lá => Frontal

Si => Cabeça

b) – Juiz da comarca americano decide que um disco de Rap é obsceno segundo os padrões da sociedade.

... Tantos adolescentes como pais dizem que a vida de adolescentes como jovens que ouvem o Heavy Metal e Rap é cheia de tumulto. Este tumulto inclui comportamento agressivo e destrutivo e fraco desempenho acadêmico.

Na edição anterior podemos ver que as entidades, ao incorporarem em seus médiuns, utilizam de certos centros energéticos localizados em seu Corpo Astral. Cada um destes centros está ligado a uma vibração espiritual, ou linha, e são conhecidos como chacras.

Orixalá => Chacra coronal Yemanjá => Chacra frontal

Yori => Chacra cervical Yorima – Chacra Genésico

Xangô => Chacra cardíaco Oxossi – Chaca esplênico

Então temos as seguintes correlações. Na edição anterior fizemos uma minuciosa explicação a respeito de cada um desses chacras e seus atributos.

Passaremos agora a mecânica de incorporação e seus processos em cada uma destas linhas.

Núcleos vibratórios – chakras – fluxo energético – aura

No esquema “vista frontal”, observamos as emanações etereofísicas e também psíquicas, na Aura.

No esquema “Vista Lateral”, o observamos os 7 núcleos vibratórios ou chakras e seus respectivos pólos magnéticos de entrada e saída de “forças”.

Por que a música nos afeta

A música e a linguagem são exclusividades humanas. Seria difícil imaginar um mundo sem uma delas. São aspectos da necessidade de nos comunicar. Portanto, como no caso da linguagem, pode-se dizer que, quando a música “fala” as nossas emoções “escutam”.

Por que e como a música fala às nossas emoções? Antes de responder, é preciso considerar: os próprios elementos musicais e como o cérebro os processa; a nossa constituição emocional e formação cultural, que influenciam a nossa reação a música; e a linguagem, que também pode afetar a nossa reação.

A música pode nos levar a uma viagem ao passado, àquelas coisas velhas que cedem espaço para o “tudo se fez novo”!

Os elementos musicais

As características da música costumam ser chamadas de “elementos musicais”. Esses elementos são o tom, ou timbre, do instrumento. Por exemplo, a trompa é chamada de “portentosa”, ou pesada, e seu som é bem diferente do “altivo” trompete. Embora pertençam à mesma família (ou grupo) de instrumentos de sopro, cada qual produz sons harmônicos, ou acordes, de intensidade variada. É isso o que dá a cada instrumento a sua “voz” ímpar. Os compositores usam essas virtudes para criar efeitos sonoros que estimulem as emoções do ouvinte.

Tem-se dito que a reação ao ritmo musical pode ser influenciada no subconsciente pelo nosso batimento cardíaco ou até mesmo pela respiração. Assim, não parece ser coincidência que a maioria das pessoas pelo visto prefere ritmos musicais na faixa de 70 a 100 batidas por minuto – a mesma que o do ritmo médio do coração de um adulto sadio. Pelo menos é isso o que sugere a revista Perceptual and motor skills.

A grande variedade musical que esses elementos podem produzir fica evidente quanto se considerar uma série de instrumentos e os sons que produzem. O melancólico som do fagote, no segundo movimento do concerto de Mozart para fagotes, pode evocar emoções e sentimentos profundos. O som lamentoso da flauta japonesa shakuhachi toca delicadamente o coração.

O som rouco do saxofone tenor faz uma melodia melancólica perdurar na mente de muitos. O vigoroso grave de uma tuba numa banda alemã em geral suscita sentimentos de exuberância. Os melodiosos acordes de violinos tocando uma valsa de Strauss arrastam muitos à pista de dança. Tais efeitos são produzidos porque “a música fala ao ser humano inteiro”, segundo Clive E. Robbins, do Centro de Terapia Musical Nordoff-Robbins, de Nova York.

Harmonia, dissonância e melodia

A harmonia produz sons agradáveis, ao passo que a dissonância produz sons desgraciosos. Mas sabia que esses elementos se complementam em certas músicas? Uma composição musical que soe harmoniosa provavelmente tem mais dissonância nela do que você imagina. A constante interação de harmonia e dissonância produz um vacilante – quase imperceptível – crescendo de tensão que passa para as nossas emoções. Esse suave embalo emocional é calmante, ao passo que só música dissonante irrita os nervos e evoca sensações desagradáveis – como arranhar uma lousa ou quadro-negro com as unhas. Por outro lado, a música baseada apenas em harmonia pode ser maçante.

Melodia é o arranjo harmonioso de uma sucessão de notas. Segundo algumas fontes, essa palavra vem do grego melos, que significa “canção”. Melodia, segundo os dicionários, é música ou qualquer som que seja suave.

Contudo, não é qualquer sucessão de sons que produz uma melodia suave. Por exemplo, freqüentes intervalos longos entre notas sucessivas podem produzir uma melodia dramática, mas não suave. Por outro lado, o fluir de notas com poucos intervalos grandes pode produzir uma melodia agradável. Os diferentes arranjos de notas e de intervalos conferem à melodia um caráter triste ou feliz. Como no caso da harmonia, a melodia cria a sua própria tensão e liberação, afetando as nossas emoções por causa da elevação e da queda do diapasão – isto é, quão alto ou baixo a nota soa.

Ao serem combinados, todos esses elementos criam forças poderosas que podem estimular ou acalmar as nossas emoções. Isso se dá por causa das diversas maneira pelas quais o cérebro capta e processa a música.

A música e o cérebro

Alguns sugerem que a linguagem e a lógica são predominantemente funções do lado esquerdo do cérebro, ao passo que, a música é processada no lado direito, que lida em grande parte com sentimentos e emoções. A revista Perceptural and motor skill diz: “A música pode criar sentimentos e emoções rápidas e eficazmente. O que num livro exigiria muitas sentenças para dizer... na música muitas vezes pode ser transmitido num único compasso ou num único acorde.”

Quanto à interação entre ver e ouvir e as respectivas reações, o livro Music and the Mind (A Música e a Mente) faz esta observação interessante: “Há uma correlação maior entre ouvir e enlevo emocional do que entre ver e enlevo emocional... Ver um animal ferido ou uma pessoa doente quietos talvez causa pouca reação emocional em quem os observa. Mas, se começarem a gemer, o observador em geral ficará profundamente tocado”.

A música, as letras e você

Há uma corrente que sustenta que uma dada composição musical tem efeito similar em todos os ouvintes. Contudo, outra diz que a reação a uma melodia ou a uma canção reflete o humor atual da pessoa ou sua experiência anterior. Um exemplo disso seria quando alguém que perdeu um ente querido ouve certo hino, talvez num local de adoração. O hino talvez traga recordações e provoque tristeza, ou até lágrimas, na pessoa consternada. Outros que não estejam nessa situação talvez cantem o mesmo hino com bom ânimo.

Considere também o que já mencionamos sobre a trompa e o trompete. Você talvez não concorde que a trompa soe portentosa. Ela talvez lhe soe buliçosa ou alegre, ao passo que o trompete talvez pareça mais sentimental. Dentro de nós existe uma fonte ímpar de sentimentos que a música pode fazer aflorar – assim, reagimos à nossa própria maneira.

A música ajuda a conectar palavra ou conceitos às emoções. Por isso, poucos comerciais de televisão ou de rádio são apresentados sem acompanhamento musical. Muitas vezes, as palavras pouco representam, mas, com adequada música de fundo, a propaganda manipula as emoções dos ouvintes. Certamente, o objetivo da maioria das propagandas é tornar o ato de comprar uma reação emocional, em vez de lógica.

Embora a propaganda possa ter um efeito indesejável sobre o bolso do público, existe um fato negativo muito mais sério no poder da música e de seus versos. A revista Journal os Youth and Adolescentece sugere que, através de versos repetidos vez após vez, os autores ensinam os adolescentes a desprezar as opiniões alheias e “ficar na sua”. Segundo outra fonte, as mensagens das “letras de música rap controvérsias..., mais explícitas do que as do heavy metal”, podem invadir as emoções do ouvinte e resultar em comportamento anti-social.

É possível evitar reações negativas ouvindo-se apenas a música e ignorando a letra? Admitidamente, muitas vezes é difícil ouvir as palavras na música heavy metal e rap. Em muitos casos são quase abafadas pelo altíssimo volume da música. No entanto, com ou sem palavras, a mensagem ainda está presente no ritmo vibrante e na repetida melodia.

Como assim? Há casos em que o título em si já cria imagens. E não raro o próprio tipo de música é a mensagem. Que mensagem? Parece ser um imaginário de poder, capacidade, e conquista sexual”, diz uma revista juvenil. Outra diz: “Os temas básicos são... rebelião extrema, violência, abuso de drogas ou de álcool, promiscuidade sexual, perversão e satanismo.”

Há jovens que afirmam que, embora isso seja verdade, tais coisas não os afetam negativamente. Argumentam que tal música é boa porque os ajuda a encontrar a sua identidade”. Ajuda mesmo? A Journal os Youth and Adolescence observa: “A ira, os temas antagônicos e o poder que alguns rapazes identificam no Heavy Metal podem ser especialmente bem-vindos no fim do dia para jovens de fraco desempenho escolar, depois de terem suportado um dia inteiro na escola vendo sua incompetência ser confirmada. “Daí acrescenta: “A ironia, ou enigma, é que a ânsia do adolescente por um identidade própria e mais segura envolve o uso de um instrumento público, compartilhado. Em vez de buscar na sua solidão experiências realmente em pares, os adolescentes se agarram a imagens pré-fabricadas por uma indústria comercial.” Ou seja, são os outros que dizem a esses jovens o que devem pensar e o que devem sentir.

Vejamos o caso dos concertos de rock. Como afetam as multidões? O livro Music and the Mind responde: “Não pode haver dúvida de que, por atiçar as emoções das multidões e cuidar de que o pico dessas emoções seja atingido coletivamente, em vez de em separado, a música pode contribuir poderosamente para a perda do bom critério, a cega rendição aos sentimentos momentâneos, tão perigosamente característicos do comportamento das massas. “Algumas cenas de desvario nos concertos de rock atestam isso”.

Portanto, para evitar a contaminação da mente e do coração, é preciso ser muito seletivo na escolha de música. Como se pode fazer isso? O último artigo responderá a essa pergunta.

Tenha um conceito equilibrado sobre a música

A música hoje é um negócio multibilionário. Músicos e cantores populares e seus patrocinadores estão ganhando muito dinheiro. No entanto, é um fato que e infelicidade, a morte prematura e o suicídio têm marcado a vida de alguns músicos ou cantores de sucesso.

Contudo, é bom ter um conceito equilibrado sobre a música. Embora haja muita coisa errada e prejudicial nessa forma de arte, certos tipos de música podem enriquecer a nossa vida e nos dar uma medida de alegria e satisfação. Ela pode nos edificar emocionalmente e espiritualmente. Considere alguns exemplos.

Os 150 salmos da Bíblia são obras-primas literárias – poemas líricos, hinos e orações. Hoje, são lidos com prazer em centenas de línguas. Contudo, os antigos hebreus não apenas liam os salmos; eles os cantavam. Muitas vezes faziam isso com belo acompanhamento musical – uma maneira poderosa de ligar a sabedoria do Deus deles, Jeová, expressa nas palavras, com as emoções que cantores treinados podiam passar para seus ouvintes. Longe de serem simplórios, ou primitivos, a qualidade e o estilo da música hebraica eram aparentemente superiores aos das nações vizinhas da época.

Mais tarde, os cristãos do primeiro século cantavam salmos e outros hinos para louvar a Deus e aliviar tensões. Assim, a música servia para enriquecer a vida deles. E, por cantarem hinos baseados na Bíblia, eles aprofundavam nos seus corações o conhecimento de Deus, de que necessitavam para guiar suas vidas. Mt 26.30; At 16.25.

Os gregos antigos acreditavam que a música desenvolve a personalidade humana e torna o homem ou a mulher mais completos. Neste mundo do século 20, que enfatiza a educação em ciência, economia e lógica, o desenvolvimento do lado emocional da personalidade através das artes muitas vezes é negligenciado.

Mantenha o equilíbrio

Ouvir uma bela música pode ser benéfico e muito agradável. Mas agradável ainda, porém, pode ser tocar um instrumento ou cantar com um grupo de amigos. Conhecer música pode abrir um vasto campo de puro deleite.

Naturalmente, como em outras coisas boas da vida, é preciso usar de moderação, bom critério e seletividade nesses ramos do entretenimento. Não apenas na escolha de música, mas também no tempo que se gasta ouvindo ou tocando.

Se certo tipo de música está começando a ter um efeito negativo sobre suas emoções, ações e relações, escolha outro estilo. Proteja seus ouvidos para proteger suas emoções, e proteja suas emoções para proteger a mente e o coração.

Isso é especialmente assim no tocante às letras das músicas. Elas podem começar a moldá-lo segundo os desejos daqueles que não compartilham seus conceitos sobre a vida e a moralidade e que, em vez disso, promovem estilos de vida imorais e ímpios. E às vezes o simples título da música pode desencadear sentimentos errados.

A Palavra de Deus, a Bíblia, diz aos que desejam agradá-lo o que apresentem seus corpos como sacrifícios vivo, santo e aceitável a Deus, um serviço sagrado com e aceitável a Deus, um serviço sagrado com a sua faculdade de raciocínio (Rm 12.1). Obviamente, nossas emoções são parte desse ‘sacrifício vivo’. Portando, - se descobrirmos que através do poder da música as nossas emoções começam a enuviar o nosso bom critério e a desencaminhar as nossas ações – é tempo de mudar nossos hábitos de ouvir música. Lembre-se: a música pode afetar o seu coração e a sua mente – para o bem ou para o mal.

O ministério da música

Atualmente, há um pensamento generalizado de que o ministério da música com equipe organizada é algo recente e que provém do modismo. Porém, ao estudar a Palavra de Deus, notamos que Davi foi o primeiro a instituir esse serviço na Casa de Deus. Quando lemos em 1 Crônicas 25.1-7, podemos ver que já naquele tempo havia ministério de música ou música a serviço da Casa de Deus de uma maneira organizada. Neste texto, abordaremos alguns aspectos sobre o funcionamento desta área:

a) – Davi separou – Isto quer dizer que somos separados. Há necessidade de separação, santificação, para esse serviço. Não se pode pegar qualquer pessoa que saiba cantar bem ou tocar algum instrumento e colocá-lo para ministrar. É bom lembrar que a palavra ministrar significar servir e, para poder fazê-lo, a pessoa precisa ter algo para transmitir. Por esse motivo, recomendamos que o músico recém-chegado à igreja permaneça um tempo sem atuar, pois nesse período podem acontecer muitas coisas:

- integração com os demais músicos;

- integração com os irmãos;

- estar recebendo e se preparando para que, quando chegar o tempo de ministrar, estar apto e em condições para tanto.

b) – Separados com os capitães – O mesmo verso diz que os músicos e cantores foram separados como capitães de exército, demonstrando que a música é um ministério de linha de frente. No passado, durante as batalhas, Deus orientava o povo a colocar os cantores e músicos na frente do exército. Por intermédio dos músicos, todo o exército era comandado e prevalecia. É importante que os músicos estejam ao lado do pastor não só fisicamente, mas guerreando, discernindo os espíritos que se opõem à reunião e atacam até mesmo o povo. Nesse versículo, lemos que Davi queria estar seguro com relação àqueles que dividiram com ele a liderança sobre o povo. Da mesma forma, sugerimos aos pastores que desenvolvam um relacionamento mais chegado com os músicos para que haja unidade na ministração, que só é possível por meio de vínculos pessoais e profundos. Esta saúde é diretamente transmitida na ministração ao povo.

c) – Chamados para profetizar – No mesmo texto, vemos que os músicos tinham o chamado para profetizar com os instrumentos. Profetizar é falar em Nome de Deus, e para fazê-lo necessitamos buscar conhecimento e revelação com a leitura da Palavra, buscar intimidade com Deus por meio da oração e do jejum. Neste aspecto, é necessário entender que o preparo espiritual é tão importante quanto o técnico. Deus não está procurando tocadores e sim adoradores (Jo 4.23-24).

d) – Submissão – Outro aspecto do texto é que esses músicos estavam debaixo de autoridade. Eram totalmente submissos. Esta é uma qualidade prezada por Deus: um coração quebrantando e contrito, pronto para obedecer à sua voz. Temos visto muitos músicos insubmissos, e este comportamento afeta complemente a possibilidade de serem usados para realizar um projeto de Deus. Vemos como exemplo Saul em 1 Samuel 15: sua desobediência e insubmissão fizeram com que Deus desistisse de usá-lo para conduzir seu povo. A submissão é um princípio instituído por Deus para nossa própria proteção. Quando estamos debaixo de autoridade encontramo-nos protegidos, já que a pessoa que é nosso superior tem responsabilidade espiritual e busca a Deus em nosso favor. Querendo nos atacar, o diabo encontrará uma cadeia de autoridade e não terá sucesso, já que uma pessoa protege a outra que está submissa (Rm 13.1-2).

Este estudo é parte integrante do Seminário Intensivo de Música Evangélica (SIME), ministrado pelo Pastor Genésio de Souza em mais de 300 igrejas em todo o Brasil e exterior. Contatos pelo e-mail: sgenersio@.br.

A trajetória da música na bíblia

1ª Parte

a) – No Velho Testamento

Na Bíblia existem 575 referências sobre música, 448 vezes é sobre cantar e salmodiar.

No deserto o povo de Deus o louvou durante os anos de perseguições. Ao atravessar o Mar Vermelho, em Êxodo 14.21 – o povo entoou louvores ao Senhor pelo maravilhoso livramento, homens e mulheres dançavam e batiam tambores, juntamente com Miriã.

“Cantai ao SENHOR, porque sumamente se exaltou e lançou no mar o cavalo com o seu cavaleiro.” Êxodo 15.21

b) – O Último Cântico de Moisés

No final de suas peregrinações no deserto, Moisés cantou o seu último canto, foi um canto longo e fez questão de repetir o cântico para todo o povo ouvir – Dt 32 – isto fez Moisés para que o povo não se esquecesse e transmitisse aos seus filhos – Dt 32.44 a 47.

c) – O Senhor manda Josué escrever um cântico – Dt 31.19

d) – O Senhor é exaltado nos Salmos:

Salmo 100, Salmos 89.1, Salmos 63.3, Salmos 148, Salmos 9, Salmos 19, Salmos 23, Salmos 42, Salmos 61, Salmos 66.6, Salmos 89, Salmos 95, Salmos 99, Salmos 106, Salmos 108, etc.

e) – Josafá

venceu seus inimigos através de louvores

e) – Josafá venceu seus inimigos através de louvores

Josafá não usou de forças nem de armas humanas, mas as armas de Deus: “Jejum, oração e louvores”. II Cr 20.12. O Senhor prometeu o livramento – II Cr 20.17 - Os levitas entoavam louvores ao Senhor – Cr 20.19 - O Senhor os dá vitória – II Cr. 20.22

2ª Parte

a) – No Novo Testamento

O Cântico de Maria: Maria foi visitar Isabel e Zacarias para contar as novidades, Isabel a recebeu com honras, e a criancinha saltou em seu vente e Isabel ficou cheio do Espírito Santo e começou a saudar Maria dizendo: “Bendita és tu entre as mulheres e Bendito é o fruto do seu ventre” – Lc 1.36-45.

b) – O Cântico dos Anjos

Os anjos ocupam um lugar de destaque na história da música, quando Jesus nasceu os anjos também estavam presentes e pelo nascimento gloriosos entoavam um cântico, e em grande coral: “GLÓRIA À DEUS NAS ALTURAS” – Lc 2.13-14, este cântico estava presente no início da vida de Jesus, vejamos agora o último cântico de Jesus. Jo 17.4-5

c) – Jesus e seus discípulos também louvaram

Jesus juntamente com seus discípulos apareceram na Bíblia cantando um hino ao saírem do cenáculo e dirigirem para o Monte das Oliveiras – Mt 26.30

d) – Paulo e Silas na prisão

Paulo e Silas foram acusados de estarem perturbando a cidade e por este motivo foram presos, porém nem a prisão os calaram, por volta de meio noite, Paulo e Silas começaram a orar e cantar louvores à Deus – At 16.19-26.

e) – Paulo nos diz:

“Falando entre vós com Salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor, com hinos e cânticos espirituais – Efésios 5.19”.

f) – Tiago nos diz:

“Está entre vós alguém doente faça oração. Está entre vós alguém alegre, cante louvores. Tg 5.12

f) – Música e danças na parábola do Filho Pródigo – Lc 15.25

O verdadeiro louvor é responsável por abrir o coração para que entre a mensagem do Senhor, II Rs 33.14-15.

Sou Asafe, filho de Berequias, judeu, da tribo de Levi, e músico por vocação e deleite. Meus instrumentos preferidos são a harpa, o alaúde e o címbalo, todos muito antigos. Nas minhas apresentações uso com mais freqüência os címbalos sonoros e os címbalos retumbantes, instrumentos de percussão compostos geralmente de dois discos de metal, tendo no centro uma pequena cavidade para aumentar a sonoridade.

Fui designado músico e cantor pelos levitas que tinham sob sua responsabilidade os serviços religiosos de Jerusalém. Participei daquele monumental cortejo musical que levou a Arca do Senhor da Casa de Obede-Edom para a tenda armada pelo rei Davi. Neste dia o rei me descobriu e me fez ministro de música e diretor de todo serviços de música sacra, tanto instrumental como vocal. Porque também era músico – exímio tocar de harpa e profícuo compositor de Salmos – Davi deu grande ênfase à música de adoração, como expressão de louvor a Deus. Ele fazia questão de que levantássemos nossas vozes com alegria e reservada a si a supervisão geral de toda atividade litúrgica. Éramos quatro mil levitas que, em 24 turnos, louvavam continuamente o Senhor com instrumentos fabricados por ordem do rei para este mister. A maior parte era formada de iniciantes que aprendiam música com os mais competentes. Era uma verdadeira escola de música sacara. Meus filhos faziam parte do corpo docente – 288 mestres ao todo.

Modéstia à parte, eu e meus filhos escrevemos doze dos 150 Salmos que estão na Bíblia (os onze primeiros do livro terceiro e o Salmo 50). Neste testemunho quero explicar com mais detalhes a crise que me acometeu e da qual falo no Salmo 73.

Dentro da crise

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus”, cheguei a desanimar da virtude. E este desânimo me levou a uma estranha e terrível crise existencial. Quase me resvalaram os pés em direção ao abismo da incredulidade. Pouco faltou para que eu rompesse com a idéia de um Deus sábio, bom e justo e jogasse fora a rica tradição religiosa até então acumulada. Estive perto de uma violenta mudança de pensamento e de comportamento.

Quase troquei a música de adoração pelo rock ou o samba. Quase troquei os oráculos de Deus pelo horóscopo. Quase troque o tempo do Senhor por um terreiro de macumba.

Mas o problema é que eu tinha inveja dos pecadores. Eu também sou como eles, sujeito aos mesmos sentimentos e paixões. Por uma questão de princípios e pelo temor do Senhor, ou abortava na fonte os desejos pecaminosos. Quantas vezes desejei vingar-me. Quantas vezes fui açoitado pela ira, quantas vezes quis projetar-me. Quantas vezes fui assaltado pelo egoísmo, quantas vezes a falta de recato da mulher alheia me atiçava a lascívia, quantas vezes senti desânimo e preguiça.

No entanto ofereci forte resistência a todos estes sentimentos e deles me privei por amor do Senhor e por causa de seu nome. De repente me senti desnecessariamente frustrado e me perguntei: “Será que foi à toa que eu me esforcei para não pecar e permanecer puro?”

Pois, enquanto eu crucificava a minha carne, os pecadores me pareciam livres, desinibidos, evoluídos, descomplexados, bem-sucedidos, felizes, seguros, altivos e tranqüilos. O que mais me desnorteou foi a falsa impressão de que meu escrúpulo não me rendia nada: eu não era tratado de modo todo especial por Deus: Ele não me poupava das intempéries, do cansaço, da aflição, da doença e até da disciplina em caso de erro, por menor que fosse. Outra coisa que machucava era popularidade dos pecadores e o meu anonimato.

A crise que me acometeu não foi brincadeira. Demorou algum tempo e me desgastou muito. Tentei descobrir o que estava acontecendo, mas em só refletir para compreender isso, achei mui pesada tarefa para mim. Até que um dia entrei no santuário de Deus e atinei com o fim último dos pecadores que eu estava invejando.

Dentro do templo

Dentro do templo é outra coisa. Ganha-se, ou recobra-se, como foi meu caso, a perspectiva cristã da vida, que envolve o tempo presente e a eternidade. Renova-se a fé na existência e no caráter de Deus. Chaga-se outra vez aos seus atributos invisíveis – Ele é eterno, imensurável, incompreensível, onipotente e também supremamente sábio, clemente, justo e verdadeiro. Dentro do templo eu me senti orgulhoso, desrespeitoso e insolente porque duvidei da justiça de Deus para comigo e para com os pecadores. Percebi que eu havia retirado o meu voto de confiança em Deus e por isso estava perplexo. Dentro do templo eu abri a minha alma e derramei perante o Senhor a minha ansiedade, a minha aflição, a minha dúvida, a minha revolta.

Então comecei a entender e ver com clareza. Lembre-se do Salmo de Davi, que cantávamos com freqüência: “Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade.” (37.1). Se tivesse memorizado melhor este Salmo, a crise teria sido mais passageira, pois o ímpio prepotente nesta vida se expande qual cedro do Líbado (verso 35), mas será como o viço das pastagens: será aniquilado e se desfará em fumaça (verso 20). Nada teria me acontecido se eu não tivesse perdido a certeza de que “mais vale o pouco do justo que a abundância de muitos ímpios” (verso 16). Tão perto de mim, tão freqüentemente em meus lábios, por que deixei escapar o ensino e o conforto deste Salmo e não o apliquei a mim mesmo?

Ainda dentro do templo, percebi que o desastre ocorreu quando a crença tradicional na justiça divina começou a ser abada em minha mente. Se há alguma coisa que precisa permanecer intocável é exatamente a certeza de que Deus “é recompensador dos que o buscam, mas justíssimo e terribilíssimo em seus juízos; odeia todo o pecado e de modo algum terá por inocente o culpado”.

Ao sair do templo eu era um homem refeito, curado, revivificado, alegre e disposto. Ao mesmo tempo um homem solícito em alimentar-me da verdade, como ensino Davi ainda no Salmo 37.3. Toda mágoa desapareceu. Enquanto os pecadores continuam a se afastar do Senhor, quando a mim, bom é estar junto a Deus: no Senhor ponho o meu refúgio, para proclamar todos os seus feitos, em prosa e em verso, com címbalos retumbantes e com címbalos sonoros entre gritos de alegria e louvor – eu, que quase troquei a música de adoração pelo rock! Graças a Deus não me tornei pedra de escândalo para os meus quatro mil instrumentistas de cantores e para toda a nação de Israel!

Nota – Os filhos de Asafe e as gerações seguintes continuaram com este ministério de música de adoração por mais de 500 anos. Eles estão presentes na inauguração do templo de Salomão (II Cr 5.11-140, na restauração do templo e do culto no reavivamento de Josias (II Cr 35.15), na cerimônia do lançamento dos alicerces do segundo templo na época de Esdras e Neemias (Ed 3.10) e na dedicação dos muros de Jerusalém (Ne 12.35). Estiveram em Babilônia durante o exílio e voltaram com Zorobabel cerca de 500 anos antes de Cristo – eram então 128 ou 148 descendentes (Ed 2.41 e Ne 7.44). Seriam eles os que penduraram suas harpas nos salgueiros de Babilônia e se negaram “a entoar o canto do Senhor em terra estrangeira” (Sl 137.1-4).

A música mundial atuante em todos os meios

A música por não ter fronteiras e nem barreiras está presente em todos os lugares. Ela aparece como fundo musical nos bares, restaurantes, carros, aviões e todos os lugares onde há um aglomerado de pessoas. Mas para que esta música cumpra com os seus objetivos é necessário que ela esteja modificada ou trabalhada de modo a afetar diretamente o cérebro humano e é nesta ocasião que surgem as Técnicas Musicais. É interessante observar que cada música ocupa um lugar determinado na vida das pessoas. Existem músicas de todos os estilos e gostos. Umas são para dançar, outras não. Exemplo: o garoto não gosta de ópera e o velho não gosta de atirei o pau no gato, a não ser que seja para divertir a criançada. Umas são usadas para relaxar, por exemplo: músicas instrumentais. Outras exercem influências sobre os nossos sentimentos como músicas românticas, nos filmes, nas novelas, nos cinemas, nas rádios e todos os meios de comunicação em massa. A música está presente, fazendo com que nós nos voltemos para nosso passado que nada mais é do que nosso Velho Egito. Se fizermos uma pesquisa, certamente, concluiremos que todas as pessoas possuem no mínimo um radinho de pilha.

Pessoas de todo o mundo têm afirmado: “Não nos importamos com a letra da música, mas com o ritmo”. Realmente cada vez mais a música envolve as pessoas. Uma pesquisa realizada, nos Estados Unidos, afirma que o ouvido humano não suporta mais de 85 decibéis (potência de um som), e quando, nos shows, o som é ligado normalmente acima de 100 decibéis, ultrapassando até 500 decibéis, isto afeta todos os sentidos do nosso corpo; alterando, assim, o nosso batimento cardíaco, a pressão sanguínea e até o abrir e fechar dos olhos.

O nosso corpo funciona com certos ritmos, o coração, a respiração, piscadas, etc. A música, como se fosse uma droga, consegue influenciar todos o nosso corpo, os olhos, os ouvidos e o cérebro que é o principal órgão atingido. Dr. Martyn, um grande pregador britânico, escreveu em seu livro “Pregação Para Pregadores”. “Podemos ficar embriagados de música e esta pode criar em nós um estado emocional tal que a mente não funciona como deveria, não fazendo mais discriminação. Os altos decibéis, o volume exageradamente alto, os repetidos batidos do baterista geram sinais de perigo”.

Sobre a influência, principalmente de música Rock, a secreção de hormônios é mais acentuada, o que gera um desequilíbrio anormal no sistema do corpo humano gerando, assim, hipnose em massa nas mãos do Demônio....

Entre os grupos de hoje, com raras exceções, a ordem é eletrizar a platéia a qualquer custo, como num ritual.

Quando cantamos ou repetimos certas músicas que contém afirmações negativas, estamos também alimentando o nosso cérebro o qual estará acatando as informações no consciente e depois as mandando para o subconsciente de modo que estas se transformam em gestos e ações.

O que certos cantores de rock querem é que as pessoas não só cantem as músicas mas aprendam sua letra, de modo que estas possam ficar gravadas no subconsciente das pessoas. Uma vez acontecendo isto a hipnose está quase pronta só faltando um toque do Diabo. Na música “O Diabo é o pai do Rock” de Raul Seixas, há uma ocasião que ele diz: “...Enquanto Freud explica as coisas o Diabo fica dando os toques...”

Os jovens que tem o costume de ouvir as músicas de rock, tem os seus temperamentos totalmente mudados, são ostensivos, agressivos, possuem um meio de comunicação próprio e uma forma de vida totalmente diferente das outras pessoas e com isto o rock faz o seu papel na vida das pessoas.

Influência Satânica na Música

O homem é um ser que foi criado por Deus com o propósito de que este viesse a prestar contínua adoração ou louvor ao criador, o homem já nasce com este desejo dentro de si de expressar sentimentos, decepções, alegrias através da música. Todos querem cantar, um exemplo disto basta sairmos pelas ruas e veremos pessoas andando em meio ao corre-corre cantando ou assobiando a letra de uma música, se estamos no elevador certamente ali haverá alguém cantando mesmo que seja desafinado o trecho de uma música, resumindo, em todo lugar encontraremos alguém cantando.

O diabo, conhecendo este desejo de adoração que o homem traz dentro de si, tem se utilizado da música para fazer com que milhões e milhões de pessoas, e na maioria jovens venham a adorá-lo ainda que muitos desconheçam desta artimanha do diabo. Em se tratando de música ele é um perito, ele conhece tudo sobre música, conhece todas as técnicas, todos os métodos. Através das letras profanas contidas na música, Satanás tem não somente buscado a sua própria adoração mas, também induzido milhares a se aprofundarem no satanismo e em toda a prática de ocultismo e perversão. Passaremos agora a trazer um minucioso relato daquilo que este inimigo tem feito através do “Rock and Roll”.

O que está por trás do Rock and Roll

O Rock nada mais é do que a música de uma cultura pós-moderna, onde não existem regras e cada um busca se “soltar” ao máximo. A filosofia do Rock é de que os instintos do homem devem ser “soltos” e satisfeitos, deve-se “viver o momento”. Desde suas raízes o rock sempre foi associado de uma forma ou de outra ao ocultismo. Mesmo quando não associado diretamente à adoração ao demônio o rock tem sido freqüentemente acusado de incitar a rebeldia e despertar sentimentos violentos nos jovens. O Festival Woodstock 94 foi o maior concerto da história do rock em número de ingressos vendidos (190 mil), teve sexo, drogas e até uma histórica guerra de lama entre artistas e público, ali cigarros de Marijuana foram distribuídos gratuitamente levando a sério o slogan “sexo, drogas e rock and roll”.

A explosão do rock ocorreu com o filme e o ritmo alucinante de Bill Halley e seu Cometas, o estilo irreverente de Elvis Presley, e a imensa e poderosa influência dos Beatles.

Elvis Presley trocou a Bíblia pela guitarra e anos depois ficou conhecido como o rei do rock’n roll. No seu curto apogeu, foi venerado, teve legiões de fãs até o fim da vida e até depois de morto. Para muitos foi quase um deus, como comenta o jornal o Globo: “Nova York – Para muitos fãs, Elvis não morreu. Acaba de ser criada nos Estados Unidos a igreja presbiteriano do divino Elvis, consagrada à devoção do rei do rock, morto em 1977. Os fundadores da igreja, Karl Edwards e Mort Farndu pretendem lançar “o evangelho segundo Elvis”.

Desejo mostrar a todos que o satanismo atualmente utilizado na musica teve origem no período de maior sucesso dos Beatles. Os elos religiosos que ligaram esse conjunto à seita Hare Krishna tornaram possível o uso do método mantrico nas mensagens ocultas atual.

É lamentável milhares de jovens, muitos deles desinformados (ou mesmo informados) estejam consumindo este tipo de música, este veneno que intoxica a alma e se constitui no próprio prelúdio do “choro e ranger de dentes” dos que eternamente jazerão sepultados nas chamas do inferno. Queridos irmãos, será que os hinos que estão sendo compostos atualmente exprimem a alegria e o profundo sentimento do crente visitado pelo Espírito Santo? Será que as letras cantadas hoje nas igrejas anunciam as boas novas do Evangelho e proclamam a glória de Deus?

Como já falamos, o diabo é muito estratégico em suas investidas e uma das armas que ele está utilizando contra a humanidade e principalmente a juventude é conhecida como “Backward Masking” (Máscara ao contrário, ou retrocesso oculto). Mas o que vem a ser isto? A técnica da “máscara ao contrário” consiste em se colocar mensagens satânicas invertidas dentro da música. Em forma de que, por que são invertidas e com que objetivo estão sendo usadas? Em primeiro lugar, essas mensagens são constituídas de frases faladas ou cantadas.

O festival da perdição

Aconteceu no mês passado, durante sete dias, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, o festival Rock in Rio III. Foram 159 atrações, que se apresentaram num terreno de 250 mil metros quadrados, divididas entre o Palco Mundo (principal) e as tendas Eletro (de música eletrônica), Raízes (tendências da world music), Mundo Melhor (reservada a debates) e Brasil (com o novo rock brasileiro). De acordo com os organizadores, aproximadamente um milhão e 235 mil pessoas passaram pelo local, consumindo mais de 600 mil copos e chopp, gerando 256 toneladas de lixo. Somam-se a essa triste estatística os comas alcoólicos, a quantidade de drogas consumidas durante as apresentações, os preservativos distribuídos aos quatro cantos e a irresponsabilidade de alguns pais, que durante a noite teen, 18 de janeiro, fez com que aproximadamente 150 crianças se perdessem, de acordo com o Juizado de Menores. Dez pessoas saíram do local de helicóptero devido a casos de fraturas nos seis primeiros dias do evento. Os números negativo são muito grandes.

O Brasil, infelizmente, ganhou destaque na mídia internacional com esse verdadeiro festival dos horrores.

O baixista do grupo Queens Of The Stone Age, na “noite dos metaleiros”, apresentou-se nu no Palco Mundo. Para disfarçar a impunidade, Nick Oliveri foi apenas autuado na 1ª Vara de Defesa da Infância e da Juventude. A triste e vergonhosa imagem foi gerado para todo o planeta.

O sucesso de um espetáculo como esse é uma demonstração clara da pobreza mental do povo. Uma verdadeira massa de manobra ao sabor das forças maléficas. Mas o verdadeiro cristão sabe posicionar diante desse quadro, sabe o que é certo e o que é errado. Como diz a Bíblia: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas” (I Co 6.12).

Há muitas batalhas contínuas e desgastantes que os cristãos têm enfrentado. É o caso, por exemplo, dos conflitos entre o ser espiritual e o ser carnal que há dentro de cada convertido.

O verdadeiro cristão, mesmo diante de uma mídia avassaladora e cruel, deve manter um posicionamento correto, um equilíbrio espiritualmente e uma fé inabalável. Deve manter o nível espiritual à altura do caráter de Deus. Essa é a vitória do homem interior sobre o exterior.

O ser humano é um dos seus maiores inimigos, podendo se considerar um vencedor apenas quando conseguir dominar a si mesmo.

Os assuntos do mundo são muito fáceis e atraem com facilidade. Na terceira edição do festival Rock in Rio ocorreu mais um batalha entre as forças do bem e do mal.

Só para lembrar ao leitor cristão, a Palavra de Deus no adverte, de maneira bastante direta, que nos últimos tempos seriam vistas coisas pouco louváveis, e que a apostasia e o pecado reinariam.

“Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si...” (Gálatas 5.17)

A proposta falada e superbatida nos comerciais e pela mídia em geral era: “Rock in Rio por um mundo melhor”. Na abertura do festival, foram feitos três minutos de silêncio que deveriam ser respeitados pelas redes de televisão e emissoras de rádio em todo o Brasil. De acordo com seus idealizadores, era um forma de fazer com que as pessoas refletissem sobre o que poderiam fazer para melhorar o mundo que vivem. Entretanto, após os minutos iniciais, a “Cidade do Rock” foi palco de várias pequenas tragédias, algumas irreversíveis, não mencionadas pelos veículos de comunicação.

A empresa responsável pelos atendimentos médicos do Rock in Rio registrou, só nos três primeiros dias do festival, o atendimento de 4.064 pessoas, a maioria com problemas alcoólicos ou insolação. Dez pessoas saíram do local de helicóptero por causa de fraturas durante os seis primeiros dias do evento e 20 remoções foram registradas com casos não divulgados, incluindo-se aí as overdoses.

Na noite mais pesada do vento o dia do heavy metal, 19 de janeiro, um menor de 16 anos foi atendido pelos médicos com overdose de LSD e outros jovens foram atendidos em conseqüência de outras drogas. A Polícia Civil apreendeu mais de 52 armas em seu depósito, na entrada do Portão 4 da Cidade do Rock.

O baixista do grupo Queens of the stone age, Nick Oliveti, foi autuado no posto da 1ª Vara de Defesa da Infância e da Juventude, localizada no local, na noite dos mataleiros, por se apresentar nu durante o show da banda.

Um dos piores casos aconteceu no tumulto do último dia do festival com um jovem paulista de 21 anos. Ele veio assistir ao evento e teve sua mão esquerda esmagada por um caminhão pipa. Após muitos tumultos contidos e muitas vezes escondidos pelos seguranças do Rock in Rio, o último dia de festival foi transformado num palco de confusão, brigas e desorganizações, com um público oficial de 240 mil pessoas.

A verdade das letras

|Don’t drink the water | |

|Não beba a água |I’ll build heaven and call it home |

| |Eu construirei o céu e o chamarei de casa |

|Dave Metews Band | |

| |‘Cause you’re all dead now |

|Away, away |Pois vocês estão todos mortos agora |

|Suma, suma | |

| |I live with my justice |

|You have been banished |Eu vivo com minha justiça |

|Você foi banido | |

| |I live with my greedy need |

|Your land is gone |Eu vivo com minha necessidade gananciosa |

|Não há mais terra para você | |

| |I live with no mercy |

|Now as I rest my feet by this fire |Eu vivo sem compaixão |

|Agora, enquanto eu descanso meus pés perto da fogueira | |

| |I live with frenzied feeding |

|I can sleep more soundly |Eu vivo com minha alimentação frenética |

|Eu posso dormir mais profundamente | |

| |I live with my hatred |

|Upon these poor soul |Eu vivo com meu ódio |

|Sobre essas pobres almas | |

Mensagem Subliminar

Segundo o historiador francês, Jacques Stehmn, a música foi a primeira linguagem do homem primitivo. Durante longos séculos permaneceu como oração, utilizada na invocação à divindade. Finalmente, misturando-se com o mundo profano, tornou-se também um divertimento e igualmente um instrumento de mensagens destruidoras e satânicas. Algumas dessas mensagens são explicadas por pesquisadores evangélicos, que conseguiram, à luz da Bíblia, mostra o que vem se manifestando através de algumas cifras e acordes.

Alguém poderia alegar que tais pesquisas, feitas inicialmente com as músicas norte-americanas, são apenas consciência ou fruto da excentricidade de alguns indivíduos interessados em sua projeção pessoal. Mas os elementos de prova são mais do que suficientes para determinar que este tem sido um dos mais recentes métodos satânicos com o fim de destruir a humanidade.

Túnel do tempo

O primeiro Rock in Rio aconteceu em 1985 em clima de esperança. A situação política do Brasil mostrava uma transição do regime militar para a democracia. Mais de 1.3 milhão de pessoas se reuniram para dez dias de muito sexo, drogas e rock’n roll. O Rock in Rio II aconteceu em 1991 e levou mais de 700 mil pessoas ao Maracanã. Foram nove dias de shows, que não tiveram o mesmo saldo da primeira edição, pois três pessoas morreram e houve brigas no gramado que resultaram em prisões e inquéritos.

A indústria da Folia

O primeiro baile carnavalesco carioca aconteceu no dia 22 de janeiro de 1840, no Hotel Itália, Largo do Rocho, que hoje é a Praça Tiradentes. A marchinha “Máscara Negra”, de José Flores de Jesus, Zé Kéti, traduz em seus versos um pouco do que ocorre entre os casais nesses dias de folia: “O Arlequim esta chorando / pelo amor da Colombina / No meio da multidão”. A figura do Arlequim pode ser vista em muitos foliões que de norte a sul e de leste a oeste saem às ruas a toda vapor na ilusão da “festa da carne”. Homens e mulheres casados compram verdadeiras brigas em seus lares, a fim de pular o carnaval sem ninguém ao lado. Muitos chegam até mesmo “a pular o muro”.

Adolescentes caminham livremente em direção às drogas e à prostituição. Preservativos são distribuídos à população, a fim de evitar doenças como a Aids; por outro lado, esconde-se a realidade da liberação sexual. Só a prefeitura do Rio distribuiu 65 mil camisinhas.

A primeira Escola de Samba surgiu no bairro do Estácio em 1929 com o nome “Deixa Falar”, fundada pelo compositor Ismael Silva.

Uma milionária

De acordo com a Secretaria Estadual de Trabalho do Rio de Janeiro, o investimento para o carnaval pode chegar este ano a 500 milhões de reais, com uma oferta de trabalho para quase meio milhão de pessoas.

Dos R$ 500 milhões que estão sendo investidos, estimamos que R$ 143.5 milhões serão para remuneração dos trabalhadores diretamente envolvidos no processo, pessoas que estão trabalhando nos barracões das Escolas e as que vão estar no desfile. Outros R$ 73.7 milhões também serão para pagamento de salários, mas para trabalhadores da cadeia produtiva, como as fábricas e paetês, tecidos, isopor ou plumas, indústrias situadas no Rio de Janeiro e também em outros estados – explicou o secretário estadual do Trabalho, Jaime Cardoso.

Segundo informações da Riotur, o município do Rio está investindo R$ 14.526.248,00 na preparação do carnaval 2001. Todo este dinheiro está sendo destinado às Escolas de Samba dos vários grupos, blocos, coretos e bandas espalhadas pela cidade, além da decoração, divulgação, organização e fiscalização. Em contrapartida, a cidade espera receber até o final do carnaval uma arrecadação aproximada de 366 milhões de reais. Parte dessa renda vem do setor de Turismo, sendo esperados em torno de 376 mil visitantes só para o período carnavalesco.

O carnaval sua herança

A palavra carnaval é derivada de carne vale, uma expressão latina que significa “adeus carne”. É usada para designar a festa que acontece antes da Quaresma (período de quarenta dias até o Domingo de Ramos). Apesar da ligação com o calendário litúrgico católico, os festejos carnavalescos sempre foram considerados profanos. Por antecederam o tempo em que se iniciava uma longa abstinência da carne, os participantes compensavam a austeridade dos dias que viriam com toda a sorte de excessos.

Uma festa par que as pessoas pudessem se esbaldar com comidas e bebidas, antes da consagração e do jejum que antecediam à Páscoa, foi o pretexto para que os pagãos continuassem com suas comemorações que remontam a origens longínquas.

Os festejos carnavalescos têm um parentesco com as festas dionisíacas da Grécia antiga e com os bacanais romanos. A homenagem a Baco, o deus do vinho que os gregos conheciam com Dionísio, durava três dias e era celebrada com orgias sexuais, bebedicies e glutonarias.

No Egito, a festa de Osíris, um evento que marcava o recuo das águas do Nilo, também apresentava semelhanças com o carnaval.

Os ritos pagãos que assinalavam o final do inverno, supostamente estimulando a fecundidade da natureza e provocando o regresso do Sol, também possuíam cortejos, máscaras e caraças.

No Brasil, o carnaval chegou através dos portugueses, provavelmente no século XVII, recebendo inicialmente o nome de entrudo.

Internacional

Adoração ao Diabo - Grupos satânicos ganham espaço nos EUA

Na década passada, as livrarias nos Estados Unidos foram entupidas de literaturas sobre Angeologia, escritas por experts no assunto ou por indivíduos que diziam ter sido, de alguma fora, arrebatados da Terra e teriam mantido contado com seres celestiais. Numa pesquisa feita pelo CNN/The Time, 60% das pessoas entrevistadas responderam sim a pergunta: - “Você acredita em anjos?” O programa Touched by an Angel, da CBS, com um dos mais altos índices de audiência nas noites de domingo, insiste em mostrar a existência dos anjos e o papel que exercem na vida de cada pessoa na Terra. Outros programas de TV voltados para a proteção exercida por seres espirituais têm ganhado os lares dos norte-americanos, e livros sobre este assunto é o que não faltam na praça.

Talvez a nova angeologia chegou exatamente no momento para desviar nossa atenção de outro fenômeno significante chamado satanismo, que tem ocupado considerado espaço na imprensa, lembra o professor de Teologia Sistemática, Ted Peters, da Pacifi Lutheran Seminary, da Califórnia. Desde 1980, o satanismo tem se tornado um fenômeno controverso na execução das leis, na medicina, psicoterapia e livrarias evangélicas, mas ignorado pela maioria dos teólogos. “Crer nos anjos e no Diabo deveria aparecer na lista de itens a serem examinados pelos teólogos, já que o Diabo é um anjo decaído”, diz Ted Peters, na revista Theology Today, onde explica as quatro faces do satanismo nos Estados Unidos.

A despeito das acusações de que a Companhia Procter % Gamble, que fabrica pasta de dente, detergente e outros produtos, tenha ligações com o satanismo, grupos ou indivíduos isolados têm procurado descobrir o que há por detrás dos símbolos que usa. Por mais de 20 anos, a Procter & Gamble tem tentando responder a milhões de perguntas de seus consumidores se seus executivos adoram ou não o Diabo. No final do ano passado, representantes da Procter apareceram num show de TV, onde foram questionados sobre sua ligação com o satanismo e do uso do símbolo comercial (a lua, as estrelas e o número 666). Seu vice-presidente James Johnson, de Cincinnati, disse para o New York Times que “nunca ninguém discutiu sobre satanismo num show de TV”. A Companhia, segundo o Washington Post, requereu provas das acusações e ganhou vários julgamentos, incluindo um casal distribuidor de Amway Corporation, Kan, que teve que pagar a Procter, a quantia de U$ 75 mil por danos morais. O símbolo da sua marca foi retirado de circulação. Há quem ainda acredite que a Procter & Gamble tenha relações com o satanismo.

Recentemente, mais de mil pessoas saíram em passeata contra uma escola pública de Bedford, Nova York, acusada de espalhar o satanismo entre seus estudantes. Considerada a comunidade mais bem educada da América do Norte, conhecida por sua elegância, Bedford foi invadida por um grupo de pais reconhecidos como Concerned Parents: Citizens and Profissionals Against the Seduction os Children (Pais preocupados: cidadãos e profissionais contra a sedução de crianças), que descobriram a ligação da escola com o satanismo, por meio de jogos de cartas nos estudos de ciências, lista de livros recomendados para leitura, aulas de estudos sociais e exercícios de relaxamento. O superintendente da escola, Bruce Dennis, considerou o evento “o mais manipulador em 27 anos de educação pública”, suspeitando de que a multidão fora estimulada pela grupo Christina Collition (aliança Cristã).

Cada vez mais pais e manifestantes encabeçam movimentos anti-satânicos com objetivo de alertar o público contra a seita e dos perigos que podem causar à vida de jovens. Por considerar que as festividades do Halloween, comemoradas em 31 de outubro, em que as pessoas se fantasiam de bruxas, tivessem conotações satânicas, um grupo de pais conseguiu limitar as celebrações apenas no horário pós-escolas, em seis escolas primárias, em Los Altos, Califórnia, dos anos atrás.

A infiltração satânica deixa suas marcas e ação diabólica, podendo ser percebida em vários casos de homicídios. O adolescente acusado de matar sua mãe e dois colegas de classe a tiros, alega que seus amigos envolvidos no culto satânicos o persuadiram a transformar sua solidão em violência. Num programa de TV da ABC, Like Woodham, de 16 anos, se desculpou por matar sua ex-namorada e outra garota da Pearl High School, em Jackson, Mississipi, em outubro. “Em toda a minha vida, me sentiu abandonado e sozinho. Finalmente, descobri algumas pessoas que queriam ser meus amigos. Estou tentando encontrar esperança num mundo sem esperança”, disse o adolescente. Dias depois, autoridades prenderam seis membros do grupo conhecido como Kroth, que fazia cultos secretos na casa de Woodham. Eles foram sentenciados por conspiração de assassinato.

Respeito

A seita é vista com respeito pelas autoridades e há quem apóie o movimento. A permissão concedida ao prisioneiro Roberto Howard de realizar seu ritual satânico na prisão em 1985, em Denver, serviu de forte precedente para outros prisioneiros. A observação é de Darold Killmer, advogado de Howard. “Faz valer a Constituição no senso de que a prática de religiões populares está protegida”.

Milhares de pessoas estão sofrendo, muitas morrendo. Um documento de informação católica alega que as celebridades de Hollywood são as responsáveis pelos suicídios causados pelo período de cultos religiosos que publicamente e promovem.

“Esta igreja é organizada sobre diretrizes secretas para alcançar dominação mundial. Deixa muito de seus membros em níveis altos de psicose ou suicídio como resultado dos perigosos rituais ou como punição aos membros que a deixam. O grupo de artistas está comprometido a comprar o silêncio e intimidar adversários ao silêncio. Psicólogos e terapeutas alegam que satanistas têm se infiltrado nas profissões médicas, legais e execução de leis. Estes percebem que os satanistas usam métodos psicológicos para induzir personalidade múltipla e alterar a personalidade em suas vítimas, que podem ser manipuladas para o uso no culto. A revista Skeptical Inquirer vai além, cita nomes das celebridades Shirley Maclaine, Dolly Parton e Roseanne Arnoldo como satanistas praticantes”.

Satanismo na música

A música é outro canal forte para a proliferação do satanismo. Grupos dos direitos cristãos estão usando argumentos para afastar do Heavy Metal (metaleiros) acuados de arrebatar jovens, dado a forte persuasão que essas músicas exercem sobre o público. O roqueiro Marilyn Manson, autor do LP Antichrist Superstar, por exemplo, tem se tornado foco da atenção de grupos religiosos por causa do seu comportamento anormal no palco. O último álbum do cantor, que é também ministro satânico, celebra o suicídio, a destruição e a doença.

A igreja de satanás

Criada em 1966, a igreja tem sua filosofia delineada pelos escritos do seu fundador Anton Szandor LaVey, que inclui Bíblia Satânica, rituais e feitiçaria. As nove declarações que abrem a Bíblia satânica mostram a fundação da seita: “Satanás representa indulgência ao invés de abstinência; Satanás representa existência vital ao invés de sonhos espirituais tolos; Satanás representa sabedoria pura, ao invés de auto-engano hipócrita; (...);

Satanás tem sido o melhor amigo da Igreja de todos os tempos, uma vez que ele a tem mantido ocupada por todos esses anos”. LaVay morreu os 67 anos, em outubro passado.

Fenômeno Social

Como fenômeno social, o satanismo freqüentemente muda seu semblante na história. A adoração a Satanás começou no século 18, na França, que repudiava tudo o que era cristão.

Esta forma de adoração a Satanás parece existir na nossa era em pequenos grupos e é responsável por torturas e ritual de assassinato. Em quase todos os casos contemporâneos, a adoração a Satanás está associada com o uso ilegal de drogas. O propósito do ritual assassino e da subseqüente comida de carne humana é para ganhar poder mágico da vítima e dessensibilizar os membros do culto.

O satanismo público começa com os ensinamentos de Aleister Crowley (1875-1947), um hedonista que declarou-se uma besta com o número 666 do livro do Apocalipse e disse que a segunda vinda de Satanás era eminente. Se Crowley profetizou, Anton Szandor LaVey cumpriu o profetizado, criando a Igreja de Satanás, declarando em 1966 que a Era Satânica havia começado.

O adolescente solitário, que se fantasia através de jogos e de música pesada, combinados com a indulgência de drogas e orgias sexuais, pode ser a terceira face do satanismo. Profissionais de saúde mental alegam que esses adolescentes tem um perfil: são solitários que começam a explorar o ocultismo por si próprio, através de leitura da Bíblia satânica, de Anton LaVey. Em alguns casos, estes dubblers podem se tornar sérios assassinos como Ricardo Ramirez, famoso por levantar a palma das suas mão com inscrição do número 666, durante o seu julgamento, e acusado de assassinar 13 pessoas. “estes criminosos usam temas satânicos como racionalização do seu comportamento antisocial. Na década de 60, a “Process Church of the final judgmente ajuntou Cristo e Satanás e reverteu o quinto mandamento para matarás. Uma das pessoas a ser influenciada por essa igreja foi Charles Manson. O inadequado entendimeto dos problemas dos ritualistas pode ser a quarta face do satanismo. Três quartos dos pesquisados sofrem de múltipla personalidade.

Satanismo como fenômeno

A disputa sobre a existência ou não do satanismo despertou outro fenômeno, a do anti-satanismo. Este grupo inclui programas sensacionalistas de televisão, que em nome do interesse público apresentam detalhes no mundo do horror. São escritores com livros controversos na tentativa de associar a atividade criminosa com o mundo de Satanás, e centenas de terapeutas que lidam com clientes de múltipla personalidade, especialista em crimes de cultos. Eles incluem também evangélicos fundamentalistas. Os anti-satanistas vêem os satanistas como grupos organizados que praticam ritual de adoração ao Diabo, apóiam a molestação de crianças nas creches e jardins, utilizam suas próprias crianças para propósitos ritual e os usam para filmes, torturam animais e sacrificam seres humanos, praticam canibalismo, deixam sobreviventes afetados com desordem mental e continuam a recrutar a nação jovem através de suas músicas e jogos como Dungeons e Dragons.

Já o anti-satanismo, um grupo social acadêmico, que duvida da existência de Satanás no mundo da conspiração, identifica os anti-satanistas como perigosos porque representam os cristãos fundamentalistas e têm os satanistas como bode-expiatório.

Divergência

Os anti-satanistas dizem que o movimento satânico consome 50 a 60 mil vítimas sacrificadas anualmente, a maioria crianças seqüestradas. Já os anti-satanistas estimam que o número de sacrifícios varia entre 200 a 300 crianças por ano. Os anti-satanistas descrevem os rituais satânicos, complexos, financiados por uma rede complexa subterrânea. Os anti-satanistas dizem que não há nenhuma evidência de um sistema comum com rituais ou aparatos de organização. “Não há nenhuma fonte escrita que traça seu desenvolvimento histórico, filosófico ou de cerimônias secretas. É difícil provar que a conspiração existe, porque não existe correspondência, lista de membros, de telefones, contas bancárias, recordes de viagens, crematórios ou equipamentos de filmagem pornográfica”, relata Ted Peters.

Se é difícil provar com documentos a existência desses rituais: como explicar a violação de igrejas, vandalismo de cemitérios e sinais de mutilação encontrados em corpos de animais? Os anti-satanistas suspeitam de crime de cultos. O anti-satanista David Bromley lembra que a destruição de igrejas, vandalismo de cemitérios e mutilação de animais, tem uma longa história nos Estados Unidos. “Só recentemente foram identificados com a atividade do culto satânico”.

Papel da Igreja

O satanismo existe numa escola suficiente a ser considerada pelos teólogos como uma forma distinta do mau e como fenômeno. A opinião de Ted Peters é que os teólogos considerassem e analisassem a percepção cultural das práticas satânicas expostas na mídia, nos ensinos evangélicos e na literatura. “As práticas satânicas são uma forma de blasfêmia. Elas procuram prostituir os símbolos divinos para que a experiência da graça de Deus seja apagada”. O uso errado dos símbolos na forma de nomes, títulos e histórias de Deus nos aliena de Deus, nos colocando no poder de destruição enquanto negamos o acesso a presença da graça divina, lembra Ted Peters. Como símbolo da graça, o sacrifício da cruz comunica a profundidade do amor de Deus por nós. A encarnação do seu amor em Jesus Cristo significa que Deus se sujeitou a si próprio às vicissitudes da ansiedade, violência e morte. O sacrifício que funciona é o sacrifício de Deus.

Além da preocupação em abastecer livrarias e bibliotecas evangélicas com material de informação sobre os perigos do movimento satânico como faz a “Geremias Films”, da Califórnia, a Sound Doctrine Ministries, da Answers and Action e centenas de outras agências de educação cristã, o professor universitário Jeff Niehaus, do Center for Urban Ministerial Education (Centro para Educação Ministerial Urbana – Cume), em Boston, lembra: “Oração com imposição de mãos é a cura para esses males”. Para o professor do Velho Testamento que atua na libertação de pessoas oprimidas, o primeiro passo é fazer com o satanista confessem a Deus e perdoem quem lhes fez mau. “Eles confessam, o Diabo se manifesta e você o expulsa em nome de Jesus, e os demônios têm que sair”. Margaret Singer no seu livro Cuts in our midst, sugere um tratamento mais de perto com pessoas ex-satanistas: ajudá-las a enfrentar reações emocionais e psicológicas, desenvolver uma nova rede social e consertar velhas relações e examinar estilos de atitude adotadas durante o tempo em que praticam cultos diabólicos. “assim, a pessoa estaria sendo apoiada para sua recuperação, que é um processo longo”, explica.

No livro “Ele veio para libertar os cativos”, Elaine, uma ex-satanistas, escolhida por Satanás para ser treinada e tornar-se uma sacerdotisa superior, lembra que não há escolha, a indicação deve ser obedecida, e “isso no satanismo, é um grande honra...” Para Rebeca, que escreveu sobre Elaine, “Jesus não é a estrada do escape fácil. A esperança é lutar com o poder e a autoridade de Jesus Cristo’, para que o satanismo consiga sair das garras de Satanás.

Papa Sinistro - Igreja Satânica perde seu líder

Teria sido gelidamente apropriado se Anton Szandor LaVey tivesse morrido no Halloween. Na verdade, seus seguidos alegaram que sim. Mas, a celebridade fundadora e líder excêntrico da Igreja de Satanás não conseguiu isso por pouco.

LaVey morreu em San Francisco no de 29 de outubro de edema pulmonar e foi enterrado dias depois, seguindo um funeral satânico secreto. Ele tinha 67 anos.

Será que o homem que escreveu a Bíblia satânica foi encontrar com seu mestre? Suas leis satânicas, porém, contradizem os Dez Mandamentos ao recomendar indulgência, vingança e gratificação irrestrita.

LaVey, que ganhou quase 10 mil seguidores, prometeu governar na Era de Satanás. Seus discípulos incluíam Jayne Mansfield, Sammny Davis Jr. e Susan Atkins, uma seguidora de Charles Manson. Talvez, sua maior estratégia tenha sido a “ordenação do roqueiro ocultista Marilyn Manson”.

Depois da morte de LaVey, sua companheira de longo tempo. Blanche Barton, confessou que LaVey realmente acreditava num diabo literal e costumava fazer execrações, “mas só contra pessoas que realmente deixassem de servi-los”. Barton e a filha de LaVey, Karla, prometeram levar adiante a herança satânica.

Mas, uma estranha virada veio da outra filha de LaVey, Zeena. O colunista Jerry Carrol relata que ela quis liderar a igreja. Quando rejeitada, Zeena lançou uma maldição que ela alega ter levado à morte de seu pai. Disse Carrol: “Até famílias satânicas podem ser desequilibradas.”

E a história não acabou

Aguardado com ansiedade, chega ao Brasil o segundo romance de Harry Potter

Harry Potter é mesmo um bruxo poderoso. Herói da série de romances infantis escrita pela escocesa J. K. Rowling, ele já cativou 50 milhões de leitores ao redor do mundo. O Brasil não ficou fora desse círculo encantado. Na terra do saci e da cuca, a magia à moda britânica funcionou exatamente como nos outros lugares. O segundo acaba de chegar às prateleiras. Chama-se Harry Potter e a Câmara Secreta (tradução de Lia Wyler; Rocco; 287 páginas; 22 reais) e sua tiragem inicial é de 100 000 exemplares – dez vezes maior que a de um best-seller normal.

À semelhança do que aconteceu em outros países, o jovem mago também conquistou, por aqui, um público mais variado do que se esperava. Potter virou diversão para a família toda. Tanto assim que a editora brasileira preparou uma campanha publicitária especial para promover seus livros. “Quem vai ler primeiro: você ou seu filho?”, diz o slogam.

Mais ainda do que números, o que vinha fazendo de Harry Potter uma raridade era o fato de ser elogiado com entusiasmo pela crítica. Mas isso mudou. Pela primeira vez desde 1997, quando saiu do anonimato para transformar-se numa das mulheres mais ricas e célebres da Grã- Bretanha, J. K. Rowling teve de se defrontar com resenhas negativas nas últimas semanas. Os ataques vieram da Inglaterra e dos Estados Unidos. Alguns disseram que seu estilo é fraco. Outros, que suas obras não vão sobreviver entre os clássicos da ficção infantil. E houve ainda aqueles que desconstruíram Harry, afirmando que o personagem é raso e “unidimensional”. Foi esse os argumentos dos jurados da Medalha Carnegie, maior honraria da literatura para crianças na Inglaterra, ao explicar por que Rowling não venceria o prêmio no ano 2000. O ataque mais devastador, no entanto, saiu no diário americano The Wall Street Journal e foi escrito por Harold Bloom, o renomado autor de obras como O Cânone Ocidental. “Será que milhões de compradores de livro podem estar errados? Sim, podem, e persistirão no erro enquanto se agarrarem a Potter”, escreveu ele. Para Bloom, a linguagem de Rowling está infestada de clichês e não exige nada dos leitores.

Até certo ponto, é impossível discordar de Bloom e dos outros críticos, Rowling é, sim, uma autora convencional.

Ocultismo: Um sinal dos tempos?

“E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem das suas ladroíces.” Ap 9.21. A feitiçaria faz parte da apostasia religiosa prevista por Jesus e seus apóstolos. Ciências ocultas, feitiçaria, esoterismo e ocultismo fazem parte de um mesmo sistema religioso.

Ocultismo é a crença nas forças ocultas e práticas adivinhatórias da magia, astrologia, alquimia, clarividência, tarô, búzios, quiromancia, necromancia, numerologia e outras ciências ocultas. Foi Eliphas Levi, na França, em 1856, que usou pela primeira vez a palavra ocultismo e seus derivados como o sentido de esoterismo. Hoje muitos esotéricos questionam a equivalência ocultismo-esoterismo, mas na prática não dá para separar essas duas coisas.

Qualquer que seja o nome dado a essas práticas, o certo é que elas são abomináveis aos olhos de Deus e, portando, condenadas pela Bíblia. São uma afronta ao Senhor. A Palavra diz que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus, estão alienados de Deus (Gl 5.19-21). Apesar dessas advertências, o ocultismo está hoje ganhando influência em todos os níveis sociais, na política, nos meios de comunicação, na indústria, no comércio, no esporte, na arte, na literatura e até na educação. Em todas as partes da Terra, políticos, cientistas, empresários, financistas, artistas, religiosos estão sendo influenciados pelo ocultismo.

O avanço das práticas ocultistas em todo o mundo é mais uma prova de que a Bíblia se cumpre. A palavra grega feitiçaria, no texto sagrado em foco, é pharmakeia, que significa magia, além de feitiçaria. O pharmakos ou pahrmakeus era o manipulador de drogas, daí vem a palavra farmácia. Essas drogas eram usadas na medicina, mas os mágicos ou bruxos manipulavam os efeitos alucinógenos delas para rituais de magia. Essa palavra é também aplicada aos magos e encantadores do Egito, na Septuaginta. Hoje envolve toda a forma de ocultismo.

Uma avalanche de propagandas esotéricas está invadindo os lares brasileiros através da TV. Magos, cartomantes, adivinhos e toda a sorte de bruxos oferecem os serviços 0900 e 900. Uma profusão deles, que não dá para enumerá-los. Esses serviços, em abril de 1998, representavam 1% da receita bruta mensal da então internacional. Em um programa de televisão do SBT, ele declarou que o cristianismo vai desaparecer do planeta. Essa é a idéia da Nova Era, que congrega em seu bojo toda a sorte de práticas ocultistas. Qualquer teólogo cristão reconhece que tal declaração é uma tentativa de fugir do juízo de Deus. Em vez de se arrepender para alcançar a misericórdia e o perdão do Senhor, antes o contrário, arvora sua bandeira contra o cristianismo bíblico, pregando sua extinção para escapar do juízo em foco.

No Brasil, o Congresso Nacional aprovou uma lei especial e específica concedendo uma aposentadoria para um conhecido médium do interior do Estado de Minas Gerais. Será que ele prestou relevantes serviços à nação para merecer tamanha honra? Não. Isso aconteceu simplesmente porque o tal médium é guru de muitos parlamentares.

Na educação, a situação não é diferente da política. É comum professores indicarem a leitura de obras esotéricas aos seus alunos, principalmente do guru Paulo Coelho, no Brasil, para trabalhos escolares. Um outro livro que propaga idéias ocultistas é “O Mundo de Sofia”, do filósofo norueguês Jostein Gaarder Publicada em vários idiomas, a obra em apenas sete anos alcançou mais de 20 milhões de exemplares vendidos. Trata-se da história do pensamento humano. É a história da filosofia de forma romanceada, em um estilo agradável e atraente, principalmente para o público juvenil. No entanto, a obra começa com filosofia e termina com esoterismo.

René Guénon, mestre esotérico francês do início deste século, repetia o ditado latino: “O povo quer ser enganado”. E acrescentava: “Pois então, que seja”. Mas hoje isso não se aplica apenas ao povo, é extensivo também às autoridades. É o drama dos séculos Levamos a vida inteira ensinando às crianças que Papai Noel não existe. Agora temos de persuadir cientistas de que não existem gnomos e nem duendes e a filósofos de que Branca de Neve não tem existência real.

Será influência dos meios de comunicação? Claro que a imprensa tem um papel significativo em tudo isso. Mas existe uma explicação mais profunda para fenômeno ocultista neste final de milênio que simplesmente o empenho da mídia. É “que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más”, Jo 3.19. Por isso a feitiçaria hoje virou modo na sociedade. A plataforma está pronta para que o cenário do Apocalipse possa se desenrolar: “Porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias”, ap 18.23

O advogado do diabo

Pastor afirma em livro que Satanás não tão feio e que, no fim dos tempos, irá para o céu

O diabo não é tão feio como se pinta. Pelos menos, para o pastor José Sebastião Horta, da Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Rio Bonito, interior do Estado do Rio de Janeiro. Autor do Livro “O Dia em que o Diabo se converteu”, o pastor provoca polêmica. Teólogo formado pelo Instituto Bennett e advogado por profissão, no livro o pastor diz que usa a Bíblia para defender a injustiça cometida contra Satanás. “Em tudo o diabo é acusado. Se o cara fuma, se prostitui ou é alcoólatra, a culpa é dele. Não sou advogado do diabo, mas ele precisa de um advogado”, explica.

Como sua obra, o pastor desmonta toda a teologia construída durante os séculos de existência da igreja cristã. E justifica: “O que menos a Bíblia tem são as coisas de Deus. Ela foi traduzida segundo os interesses judaicos”, prega o pastor, que não acredita também que o livro do profeta Isaías e a carta do apóstolo Paulo aos Romanos, sejam de autoria deles próprios.

Apesar de ir contra a teologia pregada pela maioria dos evangélicos, José Horta não teme ser banido de sua denominação. “Se me excluírem, fundo outra igreja”, avisa. O livro foi escrito pelo pastor e pelo também teólogo Tadeu Fraga.

Teologia não é consenso

Se depender de um tribunal evangélico para absolver o diabo, o pastor José Sebastião Horta estará sozinho. A maioria dos pastores tem convicções muito rígidas a respeito de Satanás e não abrem mão do que diz a Bíblia. “É um livro diabólico. Esse pastor precisa se converter. Está escrito na Bíblia que o diabo foi expulso do céu para sempre”, rebate o pastor Manoel da Silva, da Igreja Batista em Renovação Espiritual Nova Jerusalém.

Para o inimigo, está reservado o lago de fogo e enxofre. A gente entende espiritualmente que é o inferno. Esse pastor pode até ter boa intenção, mas essa teologia não tem apoio bíblico. Não é compartilhada pela maioria dos pastores e nem mesmo por padres católicos”, diz o pastor Paulo César Brito, da Igreja Missionária Evangélica Maranata.

(Fonte: Jornal O Dia)

Uma carta do diabo para você

Levo ao conhecimento de todo cristão que estou trabalhando muito, e embora me pintem (os homens) de uma maneira muito feia, dizendo que tenho pé-de-pato, rabo e outras coisas mais, entretanto não sou bem assim. Se você conhece a Bíblia sabe que ela diz que eu posso me transformar, inclusive, em anjo de luz.

Na realidade, vou à igreja com mais freqüência do que muitos cristãos. Aliás, é na igreja que tenho as maiores alegrias. Fico muito contente quando vejo que muitos não lêem e nem estudam a Bíblia e transbordo de alegria quando ouço o pregador dizer que não estudou também, eles não vêem, mas chego a bater palmas! Fico jubiloso quando o pastor está pregando e muitos cristãos saem, deixando seu lugar vazio, isto me deixa alegre porque sei que eles vão encontrar meus companheiros lá fora e não voltam para ouvir a mensagem, ficando em conseqüência, fracos na fé.

É claro que fico satisfeito por ver as crianças e até mesmo os adultos escreverem coisas feias nos bancos, nas paredes ou nos banheiros da igreja. Muitos gostam de rabiscar as revistas e até mesmo as Bíblia. Que bom! Eu gosto muito de fazer as pessoas se levantarem a todo o momento para irem ao banheiro, ao bebedouro ou à cantina. Bem, na verdade, faço questão de acompanhá-las para que não voltem.

Sou eu quem, na hora do culto, e das aulas bíblicas levo os cristãos a conversarem. Não os deixo ouvir a mensagem e faço as pessoas saírem na hora do culto. Às vezes, não deixo muitos entregarem seus dízimos e, muito menos, suas ofertar para o sustento da igreja. Finalmente, quando termina o culto, faço as pessoas esquecerem suas Bíblias, hinários, bolsas e outros objetos para irritá-las e não permitir que leiam nada na Bíblia em casa. Veja como eu atuo na igreja e me preocupo mais do que muitos cristãos. É até crime dizer que sou preguiçoso, não acha?

Vou mostrar a você ainda o que faço. Veja só, levo as pessoas a ficarem frias e sussurro nos seus ouvidos coisas que me ajudam muito. Por exemplo:

1. Você está muito cansado, não tem condições de ir à igreja.

2. As campanhas de evangelismo são muito longas e cansativas, é conveniente que não vá.

3. Sair com folhetos para distribuí-lo é vergonhoso e humilhante, ninguém vai aceitar.

4. É melhor passear, ir ao cinema, ao teatro e outras coisas mais, do que participar de uma reunião evangelística.

5. Trabalhos de libertação são coisas de falsos obreiros. Pregue sem tocar no nome do diabo ou demônio.

6. Diga ao pastor que ele está trabalhando demais, deve descansar.

7. Cura divina não existe, é ilusionismo, não creia nos pastores que pregam isso. A doença é uma provação divina;

8. Não cante nem se alegre na igreja, o que importa é o interior.

Terminando, meus caros cristãos, devo dizer-lhe, que eu fico muito feliz quando visito as suas igrejas, porque quando chego lá você sempre me dá oportunidades para que eu faça alguma coisa. Fico triste, apenas quando vejo a igreja cantar. Lembro-me que fui o primeiro maestro, por isso me orgulhei e quis ser igual a Deus. Daí ter sido derrubado, perdendo os meus privilégios no céu.

Hoje, na igreja, a música é o que mais odeio, porque sei que nunca mais poderei dirigir uma congregação cantando. Por esse motivo meto minha colher enferrujada no meio da igreja para que não cantem.

Bem, à medida que você quiser me dar uma oportunidade, eu agradeço, antecipadamente, porque estou sempre presente. Sem mais, por hoje é só.

Aqui me despeço, deixando um abraço de toda a minha família infernal. Do seu amigo certo, nas horas incertas - Belzebu (Satanás)

Perigo oculto

Novas evidências de mensagens subliminares em filmes infantis reacendem o assunto

Mais uma vez vem à tona a questão da influência que filmes exercem sobre as pessoas, especialmente nas crianças. O perigo chama a atenção, inclusive, de entidades de apoio que estão de olho naquilo que é veiculado e oferecido como um pacote fechado às crianças. Muitas pessoas, nem sempre cristãs, se desligaram completamente, inclusive da televisão, como forma de se livrar das más influências.

O fato de a Disney ter admitido, pela primeira vez, a existência de mensagens subliminares em um de seus desenhos, reacendeu os debates sobre o assunto. O desenho denunciado é a nova cópia em vídeo do filme de animação The Rescuers, de 1977, lançada no início do ano nos Estados Unidos. A notícia ratifica as suspeitas levantadas pelos evangélicos quanto às implícitas e perniciosas intenções de alguns produtores da companhia.

Conhecido no Brasil como Bernardo e Bianca, o filme conta a história de dois ratinhos que ajudam uma menina a fugir de seus seqüestrados. Nele foi encontrada a foto de uma mulher despedia. Ela aprece em uma janela de um prédio durante a cena em que eles usam um albatroz como avião. Esta cena ocorre aos 28 minutos do filme e não pode ser percebida em velocidade normal. É necessário rever a cena em uma velocidade menor do que 30 quadros por segundo, o que é possível com a maioria dos vídeos de hoje.

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A Walt Disney Corporation já há alguns anos vem sendo criticada pelos seus 56 mil funcionários homossexuais, o apoio a movimentos gays, a produção de filmes como Kids, que chocou o mundo, e as mensagens subliminares dos seus desenhos animados. Em contraposição à postura da corporação, no dia 17 de junho de 1997, a Convenção Batista do Sul do Estados Unidos, com cerca de 16 milhões de membros, boicotou todos os produtos Disney, seus centros de diversão e, inclusive, a rede de TV aberta ABC e as emissoras de TV a cabo Disney Channel, ESPN, a A & E e Lifetime Television, que fazem parte da companhia. Na mesma época, a Assembléia de Deus e outras denominações evangélicas nos Estados Unidos também levantaram sua voz conta a companhia.

Apesar de toda esta pressão, a Disney sempre tachou de ridículas as acusações, recebendo até o apoio do presidente Bill Clinton. Com a passar do tempo, o assunto chegou a ficar meio esquecido, mas a nova denúncia ressuscitou as suspeitas.

Conhecido como um dos maiores nomes da linha de frente contra as mensagens subliminares, o brasileiro Josué Yrion, pastor da AD nos Estados Unidos e professor de Missiologia na Universidade de Pasadena, na Califórnia, viajou para mais de 50 países revelando os conteúdos perniciosos que estão por trás dos desenhos animados da Disney.

Yrion afirma que há mensagens subliminares nos filmes Aladdin, A Pequena Sereia, Cinderela, Hércules, O Rei Leão e Pocahonthas. No primeiro, diz haver mensagens que sugestionam o suicídio. No segundo, a calda da sereia em uma cena simboliza o órgão sexual masculino. Em Cinderela, o nome de seu gato é Lúcifer. Em Hércules, o Diabo aparece explicitamente. Em o Rei Leão, há uma apologia à consulta aos mortos, personagens homossexuais e uma nuvem de poeira que forma a palavra sex (sexo). E o significado do nome Pocahonthas é “espírito do abismo”. A diferença das primeiras denúncias para a recente, quando finalmente a Disney admitiu erro, é o fato de a mensagem oculta em The Rescuers ser mais contundente e inquestionável.

Mas as críticas já ultrapassaram a Disney. O personagem Tinky Winky, do programa Teletubbies, exibido no Brasil pela Rede Globo de Televisão, é considerado uma apologia ao homossexualismo, pois usa uma bolsa feminina e uma antena triangular púrpura, o símbolos da militância gay.

Cuidado

Anthonio Siqueira, pastor-auxiliar da AD em Joinville (SC), psicólogo, conferencistas e apresentar do programa “Novo Dia”, transmitido pela TV Barriga Verde (SC), e que tem acompanhado estes debates e denúncias, fala que não é de hoje que o Diabo usa as artes para trazer mensagens perniciosas e sutis. “Satanás sempre procura uma forma estratégica para divulgar suas mensagens antiéticas. Ele usa as artes, como fez nos século passado através da cultura do antigo Egito e do panteão da cultura grega. Atualmente, ele está cada vez mais sutil, usando de formas refinadas, camuflado pela mensagem atraente da Nova Era”.

Pastor Siqueira alerta para o perigo desses programas na formação de uma criança “Temos que ter muito cuidado. Não recomendo expor a mente aberta das nossas crianças a esta babá eletrônica chamada TV. Cerca de 60% de seu conteúdo é considerado pernicioso para as crianças. Eu recomendo aos irmãos que, se não conseguirem controlar seus filhos no uso da televisão, pelo menos usem o vídeo para substituir os desenhos perniciosos pelos evangélicos. Os desenhos evangélicos ajudam a construir na criança conceitos bíblicos”, afirma. Ele também frisou a necessidade de equilíbrio. “Apesar de todos estes fatos, não devemos ser radicais, possuídos por uma obsessão e apavorados com tudo que vemos. Nada de “caça às bruxas”. Precisamos apenas saber selecionar”.

Sônia também concorda com um posicionamento prudente sobre o assunto. Ela lembra a relação de conceitos de bem e mal nos desenhos. “Não se pode exagerar. Acho os desenhos animados que distinguem corretamente o bem do mal não perniciosos. A própria Disney traz em muitos de seus desenhos antigos esta visível distinção, quando a bruxa representa o mal, por exemplo. No antigo desenho John Apple Seed, também da Disney, os bons valores são destacados e inclusive o personagem é recebido nos céus por Deus por causa da sua vida honesta diante Dele e dos homens. Até há uma música em que se afirma que Deus é bom e ajuda quem é honesto. Mas aqueles mais recentes, em que os feiticeiros e bruxos são amigos dos heróis, são perigosos. Faz com que a criança aceite o ocultismo como algo normal, que pode ser usado para o bem”, explica.

No caso dos Teletubbies, Sônia acredita que mesmo que não seja um programa explicitamente pernicioso, ainda há um sutil perigo, “porque aquilo que a pessoa viu quando criança fica fico em sua mente e, quando ela identifica aquele símbolo na fase adulta, mesmo que não goste do homossexualismo, vai sentir uma certa empatia em termos de aceitação, de conformismo”, alerta.

Só para adultos - Um desenho recheado de baixarias – das boas

Comédias recheadas de profanidades e mau gosto não são novidades no cinema. O que é raro é que essas características convivam com a inteligência, como no desenho animado South Park – Maior, Melhor e Sem Cortes (South Park: Bigger, Longer and Uncut, Estados Unidos, 1999), que estréia nesta sexta-feira no país. Quem conhece o seriado sabe que seus personagens são capazes de atingir níveis abissais de incorreção política. Raça, credo, sexo e a cantora Barba Streisand, tudo é motivo de piada para os garotões destrambelhados Trey Parker e Matt Stone, que criaram esse imenso sucesso da televisão. Virtuoses de desleixo, os dois não pedem tempo com o visual. Sua “técnica” não passa de um punhado de figuras toscas de cartolina que se movimentos sobre cenários esquemáticos. Já sua imaginação (para o mal) não tem limites. No primeiro longa-metragem nascido do seriado, os garotos Cartmam, Kyle, Stan e Kenny (protagonistas habituais de desenho) vão assistir a um filme de seus ídolos, os canadenses Terrance e Phillip, cujo único talento é o da flatulência explícita, e saem da sessão com o vocabulário reabastecido de vulgaridades. As mães ficam furiosas e saem atrás de um bode expiatório a quem crucificar. A culpa recai sobre o Canadá. Daí para a III Guerra Mundial, por incrível que pareça, é um passo.

É fácil perceber que hipocrisia, censura e autoritarismo são os alvos preferências de Parker e Stone. Mas nem de longe os únicos. Fiéis ao estilo metralhadora-giratória que celebrizaram na televisão, eles atiram para todos os lados. Dos irmãos Baldwin, astros de Hollywood, ao ditador iraquiano Saddan Hussein (que, despachado diretamente para o inferno, transforma Satã em seu escravo sexual), sobra para todo mundo. Até para a Disney: à modo das produções do estúdio, South Park é um musical, com melodias que não ficariam mal na Broadway. As letras, porém, são de fazer até um borracheiro corar. O resultado desse pastiche é um filme divertido. Desde que, é claro, o espectador não se incomode em ouvir o maior número de palavrões por metro de filme de que se tem registro na história do cinema americano.

Jogos

David Guimarães foi criado num lar cristão. Na época em que completou 16 anos, sua mãe Rausa Dayse, percebeu que, aos poucos, o comportamento do filho começou a mudar. O jovem passou a falar e fazer coisas estranhas. Pressionado, David revelou a causa de sua atitude: incentivados por um jogo, ele e seus amigos estavam planejando cortar os pulsos para fazer um pacto de sangue. O jogo era um RPG, cuja filosofia básica é: cada participante assume a identidade, a personalidade de um personagem e passa a agir, falar e pensar como se fosse ele. A história de David não chegaria a preocupar se não fosse por um adendo importante. Só nos Estados Unidos, já foram computados 240 casos de adolescentes que comprovadamente cometeram suicídio ou homicídio devido a seu envolvimento com RPGs. Do mesmo modo, a quantidade de pessoas que gastam horas por dia jogando videogames prolifera cada vez mais.

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Os números da violência praticada por criança assustam. E há anos engrossam as estatísticas do Juizado de Menores do Rio de Janeiro. Em 1997, 354 crianças com até 13 anos foram encaminhadas ao juizado por envolvimento em casos de agressão, uso ou tráfico de drogas, roubo e até homicídios, o que representou 7% das ocorrências registradas pela 2ª Vara da Infância e da Juventude. Segundo a delegada Márcia Julião, titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, as crianças infratoras de até 13 anos que chegam à DPCA representam quase 10% dos casos. No Juizado de Menores, os números crescem cada vez mais: em 94 foram 214 casos; em 95, 206; em 96, 257, e 97 acabou com 354 registros.

O jovem David Guimarães acreditava que, se desse cabo de sua vida, seria transportado para uma outra dimensão – aquela em que, ele cria, se passava o jogo. O mais impressionante é que, na opinião dele mesmo, “os personagens eram demônios irresistíveis e que provocavam desejos tenebrosos”. O jovem não se matou, mas teve de se afastar dos estudos e de suas demais atividades devido a um quadro de estresse agudo.

“Ele passou a falar que a verdade não estava só na Bíblia, que havia outros poderes. A coisa é muito mais séria e mais grave do que se possa imaginar. O RPG ou leva à loucura ou ao suicídio. Os jogadores começam a praticar o jogo por brincadeira, mas o diabo que ali está não brinca. O RPG é um aliciamento para o satanismo”, afirma Rausa Dayse, de 44 anos.

Até hoje Davi enfrenta as conseqüências. Seu intelecto não se desenvolveu e ele se trata como um psicólogo cristão. “É uma tremenda batalha espiritual”, conclui a mãe do rapaz.

O caso de David não é o único. Há cerca de três anos, o pastor Marco André Régis, de 32 anos, recebeu uma chamada urgente. Ele vinha travando contato com um grupo de adolescentes jogadores de RPG para pegar informações sobre o jogo quando, certo dia, um deles procurou-o devido a uma urgência. Durante uma partida, duas das participantes ficaram endemoninhadas.

A princípio, seus colegas acharam que o estranho comportamento das jovens – que incluía uma impressionante mudança no tom de voz – fazia parte da encenação do jogo. Depois de tentarem reverter infrutiferamente a situação, apelaram para o pastor Marco André. Quando chegou ao local, as duas moças já estavam bem, porém não se lembravam de nada. “De repente, uma delas manifestou novamente o demônio. Oramos e ela foi liberta”, recorda.

Ao se inteirar do caso, o pastor soube que essa jovem já vinha tendo visões de um “espírito feminino”, que lhe dizia como agir, se vestir e até como pintar o cabelo. O obreiro procurou as famílias das adolescentes envolvidas no problema que, apesar de serem de uma denominação evangélica, não acreditavam na possessão. “A jovem que tinha as visões sentia-se muito especial. Ela afirmava que sabia que a fonte daquilo era maligno, mas estava convencida de que lhe dava poderes sobrenaturais, dos quais não queria abri mão”, conta.

Com o tempo, o pastor Marco André perdeu o contato com a jovem, mas sabe que ela teve acessos de loucura. A família continua rejeitando a explicação sobrenatural. “O RPG é um jogo psicodramática. Tem um poder grande de influenciar o inconsciente e de mexer com o sobrenatural. Uma vez que os temas giram em torno do ocultismo, têm o poder maligno de agir sobre seus adeptos”, conclui.

O que é RPG?

RPG é uma sigla que significa, em inglês, Role Playing Game. Traduzida, quer dizer algo como “jogo da personificação” ou “jogo da interpretação”. Criado em 1974 nos Estados Unidos, nos últimos anos vem conquistando milhares de adeptos por todo o mundo.

No RPG o participante vive um personagem qualquer. Suas ações irão decidir o rumo dos acontecimentos e, por alguns momentos, pode ser um guerreiro medieval, um detetive dos anos 20, um mago de um mundo fictício, um extraterrestre, um vampiro ou qualquer outro personagem que desejar. O jogo começa quando uma pessoa, escolhida para ser o narrador – conhecido por uma infinidade de nomes, como “mestre”, cronista. Dungeon Máster (Mestre da Masmorra) e Game Mater (Mestre do Jogo) – irá começar a contar uma história. Os jogadores, já de posse do personagem que resolveram interpretar, deverão, a partir daquele momento, pensar e agir como ele.

O narrador inicia a história. Descreve o cenário, as informações que os personagens já possuem, o local onde cada um está e todos os outros dados para criar uma situação ficcional em que irá se desenvolver a história. Em seguida, o “mestre” passa a perguntar o que cada um irá fazer. Depois de respondidas as questões, o narrador continua a descrever o roteiro, já levando em conta as atitudes dos participantes.

Segundo o site sobre RPG feito pela Athens / Fórum, o “mestre”, que é quem conduz a sessão, às vezes é visto como um deus, e outras vezes ele próprio se vê como Deus. Ou seja: você pode se quem quiser.

Para o psicólogo Ageu Heringer, um usuário de certos jogos eletrônicos acaba aprendendo a ser violento de modo sutil.

Mas o site avisa: “Faça o que tu queres, mas cuidado que os outros também farão!”

O RPG é um jogo claramente interativo. A história é simultaneamente contada e decidida pelo narrador em conjunto com todos os jogadores. Além dos personagens prontos e da história idealizada pelo narrador, pouca coisa é necessária: uma mesa grande o suficiente para acomodar todos, as anotações e livros usados pelo “mestre” na confecção da aventura, o livro de regras do sistema de jogo escolhido (para tirar eventuais dúvidas), os personagens já transcritos para fichas padronizadas (ou mesmo anotadas em um pedaço de papel), folhas brancas para eventuais anotações e alguns dados.

Vivendo o personagem

Adriana Almeida, uma ativa jogadora de RPG criadora de sites na Internet sobre o assunto, explica que “Role Playing é você encarnar o seu personagem e tentar pensar e reagir como ele pensaria e reagiria. E falar por ele. Ou seja, quando o narrador fala alguma coisa, você deve pensar em como o seu personagem está reagindo a aqueles fatos, e externar isso, falando coisas não que você falaria na mesma situação, mas que seu personagem falaria”.

Em artigo sobre o assunto, o estudante Marcos da Silva Andrade, membro da Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB) expressou preocupação quanto a possíveis conseqüências que o jogo pode trazer. “De um lado, o RPG é educativo, ao levar o adolescente a criar e construir. Por outro lado, e ao mesmo tempo, escraviza-o em uma redoma de vidro, sem retorno. O jogador perde sua própria personalidade, assumindo a de seu personagem”, afirmou.

Personagem que fazem feitiços

Personagem pronto, é ora de equipá-lo. O livro básico de cada sistema costuma conter uma lista de apetrechos que podem ser comprados. O narrador dá a palavra final se foi possível ou não encontrar aquele equipamento pelo preço proposto. Durante o jogo, tudo pode acontecer. Cada sistema de RPG possui as suas regras específicas para gerenciar todas essas ações, mas em todos os sistemas o que prevalece no final é o bom senso do narrador.

Depois de terem seus perfis definidos, os personagens passam a demonstrar suas próprias personalidades. Podem ser bons ou maus, extrovertidos ou tímidos, nervosos ou calmos. Também começam a revelar suas habilidades: se sabem atirar, pescar, nadar, saltar, falar outro idioma, fazer feitiços, meditar, lutar uma arte marcial, entre outras. Esses atributos e habilidades recebem pontuações (conforme ainda as regras de cada sistema).

Quando o personagem está de frente a uma certa situação, entram em ação o bom senso do jogador e o do narrador – e também os dados. Se o personagem quer fazer algo simples, como subir uma escada, ele simplesmente o faz. Mas se ele desejar atirar uma caneca na cabeça de uma pessoa que está no alto da escada, mesmo que ele já tenha feito isso muitas vezes, ele pode errar ou acertar. Cada sistema determina quando nos dados (para mais ou par menos) é preciso tirar para ser vitorioso.

No final de cada dia de jogo, os personagens recebem pontos. Cada sistema tem suas regras de pontuação e de como esses pontos serão gastos depois mas, em geral, ganha mais pontos o personagem que for melhor representado por seu jogador, foi mais coerente com sua personalidade (um personagem que tem uma personalidade malévola mas ajuda as pessoas deixa de ganhar pontos por isso), e em certos jogos destruir mais inimigos.

Normalmente, é preciso esperar acabar toda a aventura (e não só o dia de jogo) para que se possa gastar esses pontos. Eles são utilizados no crescimento do personagem, seja subindo de nível, comprando mais habilidades ou se aprimorando nas que já tem. “Assim, os personagens vão ficando mais experientes, mais poderosos, quanto mais jogam”, explica Adriana Almeida em seu site da Internet.

Videogames: facas de dois gumes

Outro tipo de jogo que desperta a desconfiança entre os cristãos por vir cheio de uma grande carga de violência eletrônica são os videogames. Os títulos variam, mas as vedetes do momento são aqueles nos quais, quanto mais sangue ou mortes se produz, mas pontos o jogador marca. Um detalhe assusta: o fato de que os maiores fãs desses jogos são crianças e adolescentes – muitos dos quais mostram um deleite assustador ao espancar seus inimigos virtuais ou ao dilacerá-los impiedosamente.

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A psicóloga Désirée Sulam, de 30 anos, é uma especialista no assunto. Para ela, o uso de videogames é uma faca de dois gumes, com benefícios e malefícios. “A prática dos jogos eletrônicos ajuda as pessoas a desenvolverem certas qualidades. Uma das mais notórias é o poder de concentração, que aumenta, em alguns casos, sensivelmente”, explica.

A psicóloga diz que os videogames levam os jogadores a ter uma maior gana de superar os obstáculos, eles muitas vezes precisam de criatividade. Logo, os videogames também estimulam a criar alternativas para vencer os problemas da vida”, ressalta. Désirée destaca que os jogos também ajudam a agilizar as decisões diante das dificuldades.

Por outro lado, a prática dos videogames pode prejudicar os adeptos em diversos aspectos, na opinião de Désirée. “Muito tempo gasto nos jogos poderia ser aplicado em atividades mais úteis e construtivas”, afirma. “As pessoas deixam de lado o contato humano e as conversas para se dedicarem a uma máquina”.

Ela não se preocupa com a violência dos jogos. “O fato de um adolescente ou uma criança praticar jogos violentos não quer dizer que se tornará um adulto agressivo. Isso depende de muitos outros fatores, como educação, criação, ambiente em que vive, entre outros”, conclui.

Já o psicólogo cristão Ageu Heringer Lisboa, de 49 anos, vê com muita preocupação a prática, de videogames. “Não é um jogo inocente. Os praticantes estão aprendendo a violência de modo sutil”, afirma. Ele faz questão de evitar o sensacionalismo. “Muitas vezes, esse tipo de assunto leva ao pânico e a excessos. Temos que abordá-lo com cautela”, alerta.

Ageu, que é membro da Igreja Evangélica de Vila Mariana, em São Paulo, revela alguns dos valores que estão nas entrelinhas dos videogames. “Há ausência de família, os personagens não têm raízes. Existe muito individualismo e os heróis têm mau caráter”, afirma.

Bem-vindo ao inferno

Um dos mais ardentes adversários dos videogames é o pastor Josué Yrion, conhecido por seus alertar contra as empresas Disney divulgados em fitas de vídeo. “As fitas de Nintendo e Super Nintendo estimulam o espiritismo, a bruxaria e o satanismo”, afirma Yrion em de suas palestras.

Ele cita alguns exemplos de títulos de jogos que, sem sua opinião, têm origem diabólica, como Doom 2 (Destruição 2), e Diablo (Diabo). “Satanás está representado nas capas. Deixe as legiões te possuírem e você descobrira os segredos daqueles que foram antes de você ao inferno”... ressalta Yrion em seu vídeo.

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O pastor prossegue: “O texto da caixa do jogo Diablo diz literalmente: ‘Você nunca sairá de lá. Você entrará num mundo onde será consumido pelo fogo e comido pelos vermes. Bem-vindo ao inferno. Eu sou o seu senhor, o diabo’. Demonismo puro”, afirma Yrion.

O pastor empenha-se em pregar contra os videogames. Para ele, satanás está empenhado em usar essa estratégia para alcançar os adolescentes e os jovens dentro de casa. “A Bíblia diz que o povo de Deus se perde por falta de conhecimento”, salienta Josué Yrion. “Quem já sabe do mal que essas fitas produzem não pode se manter alheio ao fato”, conclui.

Apenas diversão?

Outro ponto nocivo dos jogos eletrônicos é o estímulo ao materialismo. “Esses videogames se originam no Japão ou nos Estados Unidos, que são a Meca do capitalismo. Ou melhor, do capetalismo”, saliente Ageu Heringer. Pai de seis filhos, o psicólogo faz um alerta final: “Nós jogos eletrônicos não há ética”, conclui.

Segundo psicanalista, um dos indícios de predisposição à violência seria a fixação por videogames, filmes, desenhos violentos ou sotisficadas armas de brinquedo. Numa entrevista ao jornal O Globo, quatro amigos que pediram para não serem identificados – moradores de condomínios da Barra da Tijuca, bairro de classe alto do Rio – confirmaram que se divertem quase diariamente com brinquedos eletrônicos. O jogo preferido. The House Of Tbreat (A casa da ameaça), no qual se pratica tiro, não é considerado violento pelo grupo. “É apenas diversão. O jogo não me deixa agressivo”, garante um deles, de 13 anos.

Não é o que pensa o professor de psicologia da Universidade de Harvard. Gil Noam: “Muitos pais não entendem que deixar uma criança de 6, 7 ou 8 anos ver um filme violento, com tiros, brigas, socos e sangue, é como envenenar seu cérebro”, afirma. “Um pai que deixa seu filho jogar num Nintendo da vida não tem amor pela criança”.

Um novo game acabava de chegar às prateleiras norte-americanas e a revista Veja de 22 de outubro/97 trazia a nota informativa: “Postal, recém-lançado nos Estado Unidos, conseguiu o milagre de elevar o grau de violência que assola o mercado de jogos para computador. Nele, o jogador, que assume o papel de em ensandecido, é convidado a fuzilar crianças e matar passante sem motivo. Para sair do jogo é preciso cometer suicídio. Postal provocou a ira de organizações que zelam por crianças e adolescentes. “Parodiando uma das máximas da Bíblia – “quem tem ouvidos para ouvir, ouça” – quem tem olhos para enxergar, que enxergue.

Macabras fantasias

Ao folhear um catálogo de Fantasy, tem-se a impressão de estar viajando ao inferno. Em cada página encontra-se um demônio ou outra figura de terror. A expressão vem do EUA e indica o conteúdo de livros, filmes ou jogos, compostos de contos de fadas e lendas, misturados com aspectos de ficção científica e da área do sobrenatural.

Sempre se trata de um mundo além do nosso, no qual se sobressaem duendes, bruxas, fadas e anões, para mencionar apenas alguns. Muitas vezes são também vampiros, lobisomens e monstros de todos os tipos que fazem parte desse quadro.

Um pesquisador americano elaborou o seguinte parecer sobre os jogos Fantasy:

Não é de admirar que depois de ocupar-se com os jogos interativos, o número de jovens americanos e europeus que necessitam de tratamento psicoterápico seja cada vez maior, porque já não são capazes de distinguir entre a realidade e a fantasia.

O doutor Thomas Radeck – psiquiatra e diretor da Coalizão Nacional, entidade norte-americana que pesquisa a violência na TV – documentou 123 casos de homicídios e suicídios pelos quais ele culpa Calabouços e Dragões (jogos Fantasy mais jogados nos EUA). Além disso, testemunhou como especialista em oito julgamentos por assassinato, nos quais Calabouço estava criminalmente envolvido.

Ulrich Skambraks, em seu livro Der Griff noch unseren kindern, descreve o caso de um jovem de 21 anos que se identificada tão fortemente com o conteúdo dos jogos que, finalmente, começou a participar de um grupo satanista e assassinou várias pessoas – inclusive crianças – para fazer-lhes um favor e enviá-las a um lugar melhor, porque passou a acreditar na reencarnação. Esta doutrina hinduístas faz parte de vários jogos interativos e são poucos os entusiastas que conseguem desprender-se desse mundo ilusório de cavaleiros, magos e demônios, já que a influência da Fantasy, depois de algum tempo, fica mais forte e transforma o caráter das pessoas.

Um ex-jogador de Fantasy disse: “É uma verdadeira lavagem cerebral. Facilmente muda-se de opinião. E todo o bem desaparece”.

Para desligar-se do ocultismo, é necessário fazer uma separação radical de tudo que envolve o mesmo. Um ex-admirador desses jogos enterrou seus livros sobre Fantasy, sepultando assim seu vício depois de converter-se a Jesus Cristo. Desde então, ele não necessita mais submergir num mundo imaginário, falso e mágico para poder esquecer seus problemas.

Extraído e adaptado da Revista Sensação.

Justiça retira videogames

Cientistas comprovam malefícios dos jogos eletrônicos

O procurador da República em Minas Gerais, Fernando Almeida Martins, ajuizou a ação contra os videogames violentos em outubro de 1999. Em 10 de dezembro de 1999, a juíza federal Cláudia Mara Rezende Neves Guimarães deferiu o pedido determinando que a União Federal proíba a distribuição e comercialização dos CDs. Num prazo de 120 dias para estabelecer critérios de classificação para todos os jogos eletrônicos, especificando o conteúdo que veiculam e a faixa etária a que destinam.

Este último parece ter inspirado o crime praticado num shopping de São Paulo por um estudante de medicina, já que ele repetiu exatamente alguns movimentos de um personagem do jogo.

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O procurador disse que foi a primeira vez que pegou uma ação deste tipo e que sendo cristão há dez anos viu a mão de Deus operar possibilitando a vitória. Porque a atitude do jovem estudante e deu medicina reforçou os argumentos dando mais sustentação ao processo.

A pesquisadora de comportamento Maria Alice Palhado, analisou mais de 150 videogames, e a princípio seu laudo condenou os seis jogos citados. A psicanalista contou com a contribuição de outros profissionais da área médica como ortopedistas, neurologistas e otorrinolaringologistas. Ficou comprovado através do estudo destes profissionais que a criança tem sido, também, vítima da falta de criatividade, da pobreza vergal, falta de cooperação e falta de capacidade em compartilhar. Além de distúrbios de visão e audição e a possibilidade de distúrbios neurológicos, sem contar a distorção de valores éticos, redução da afetividade necessidade de desafiar limites sociais escolares e familiares.

O procurador afirma que ao tomar conhecimento da proibição destes jogos, a tendência é que caia a sua distribuição no mercado. De qualquer maneira, a sociedade já está ciente de que deve evitar a compra destes videogames específicos, que trazem malefícios aos seus usuários.

Infidelidade pela Internet - Não é preciso um ato físico para trair os seus votos

“Agora que minha esposa conheceu pessoas pela Internet e começou a flertar, estou começando a me sentir profundamente ferido. Um indescritível sentimento de ciúmes está tomando o meu coração e tirando minha concentração sobre minha própria vida diária. Trabalho, amigos e afazeres domésticos estão todos afetados. Ela brinca dizendo que isso não vai dar em nada – é só uma conversa inocente. Eu não consigo evitar e questiono: “Se é tão inocente, por que os meus sentimentos são tão profundos?”

“Estou caída por um herói desconhecido da rede. Começou num dia em que eu estava mal-humorada depois de uma discussão com meu marido. Eu entrei na rede para espairecer, e um homem estava lá com um ouvido sensível e um coração enorme. Com o passar do tempo, passamos a nos encontrar aqui e ali na rede. Pouco depois, nós estávamos procurando um pelo outro. Em seguida, eu estava ligando para ele só para ouvir sua voz. Eu confidenciei a este homem as maiores intimidades do meu casamento. Dei a um estranho a capacidade de detonar meu casamento com uma simples ligação telefônica”.

Estes lamentos não são fictícios. Eles são correspondências verdadeiras encontradas em quadros de mensagens da rede. E eles testificam de uma nova e crescente ameaça à estabilidade dos casamentos: a Internet.

De acordo com o conselheiro familiar e conjugal Tim Gardner, de Indianápolis, a infidelidade na Internet é mais ampla do que as pessoas imaginam. “Do que vejo chegar ao meu escritório”, diz ele, “acho que estamos apenas vendo a ponto do iceberg”.

A grande atração

Por que os relacionamentos via Internet são tão sedutores – mesmo para pessoas que de outra maneira não teriam um caso extraconjugal? Enquanto as respostas variam de pessoa para pessoa, Willard Harley, escritor e conselheiro de Minneapolis, diz que parte da atração é que a comunicação via Internet satisfaz necessidades universais dos homens e das mulheres. De acordo com a pesquisa de Harley, conversas – especialmente conversas com homens – figuram como uma das maiores necessidades para a maioria das mulheres, e a Internet prontamente preenche esta necessidade. Os homens, por outro lado, com seu forte desejo sexual, estão prontos a “surfar” na rede em busca de mulheres que troquem mensagens sexuais.

Segundo Gardner, as crises de meia-idade também contam para a predisposição de alguns homens aos relacionamentos via Internet. “Sentimentos de inadequação – o mesmo motivo que leva os homens a fazerem transplantes de cabelo ou comprarem carros esportes caros – também podem abrir as portas para um caso via Internet”, diz ele. “Quando um homem encontra uma mulher, e ela fala que ele é desejável, uma conexão emocional é inevitável”.

E completa observando: “As pessoas se envolvem em casos por computador pelas mesmas razões pelas quais têm se envolvidos em casos extraconjugais”.

Para complicar o problema, existem as tendências obsessivas trazidas a lume pela tecnologia do computador, particularmente a Internet. Muitos usuários encontram-se aprisionados pela interatividade e gráficos coloridos. O computador torna as coisas simples, convenientes e privativas. De fato, artigos têm sido escritos sobre o vício da paciência (carteado) por computador – uma compulsão desconhecida quando este jogo ainda era feitos com um baralho de cartas. Mas a paciência não é a única atividade viciosa. Tanto homens como mulheres têm se tornado viciados em discussões no Chat-room (sala de conversa) e em sexo.

“Da mesma forma que em outros vícios, as pessoas freqüentemente não imaginam que estão viciadas até que tentam parar”, explica Gary Oliver, um escritor e conselheiro conjugal em Littleton, Colorado. “Tenho trabalhado com pessoas envolvidas em relacionamentos via Internet que sabiam que a situação não era saudável, e quando eles tentaram parar, acharam difícil”.

Para Oliver, o vício nos relacionamentos ilícitos pela rede tem uma semelhança como os vícios sexuais. Ambas as formas giram em torno da fantasia. Ambas roubam a atenção do cônjuge sobre o casamento, drenam sua energia, diminuem a clareza da comunicação e envolvem o casal num engano. Ainda pior é ser indulgente para com tal vício, pois pode levar a um aumento de freqüência, intensidade e duração.

“O melhor salva-vidas contra a infidelidade é uma caminha íntima com o Senhor”

Traição Virtual

Na opinião de Gardner, muitas pessoas envolvidas em relacionamentos destrutivos via Internet não buscam aconselhamento porque elas não vêem nada errado com o que estão fazendo. “Muitas pessoas acreditam que enquanto o relacionamento físico não é consumado, não pode ser considerado adultério”, diz ele. “Mas sustento que a infidelidade começa no momento em que ocorre uma forte ligação emocional. Quando alguém amplia a consciência emocional e um desejo sexual por alguém, que não seja o seu cônjuge, está fadado a ter um efeito negativo sobre o casamento”.

Uma pessoa não tem mais que fugir de casa e temer ser vista por amigos, colegas ou membros da Igreja. Inevitavelmente, a privacidade da comunicação via Internet estimula aos internautas a se envolverem emocionalmente com estranhos.

“A grande mentira na raiz da maioria dos casos, senão de todos, extraconjugais é pensar que as coisas seriam diferentes se o indivíduo tivesse simplesmente se casado com outra pessoa”, diz Gardner. “Tenho aconselhado pessoas suficientes para saber que não é verdade – as pessoas no seu segundo ou terceiro casamento logo descobrem que o novo cônjuge tem os mesmos problemas do antigo”.

Harley sustenta que as pessoas estão iludindo a si mesmas quando pensam que a falta de significado em seus casamentos pode ser resolvida através de relacionamentos via Internet. “Por algum motivo”, explica. “as pessoas se divertem criando personalidades para elas mesmas, reinventando a si mesmas através da comunicação via Internet. Você nunca pode estar certo de que a pessoa do outro lado é quem ele ou ela parece ser”.

Mas mesmo que as pessoa estejam sendo honestas, o intercâmbio via Internet constitui-se um barômetro pobre para aferir se um relacionamento pode funcionar de fato. “Comunicação por e-mail é fácil”, atenta. “Quando duas pessoa estão fisicamente juntas, a dinâmica é muito mais real. A comunicação acontece através do que eles vêem. Até mesmo quando conversam ao telefone, eles podem ouvir o tom de voz da outra pessoa e as expressões vocais. Mas e-mail é monodimensional. Tudo o que você tem com que se preocupar é com as palavras em si mesmas, e até elas podem ser corrigidas antes de serem enviadas”.

Obviamente, a melhor maneira de evitar a infidelidade é construindo um casamento imperfeito sólido. Mas Gardner destaca que um casamento imperfeito não é justificativa para embarcar num caso. Um caso, diz ele, apenas complica as coisas trazendo dor para ambos os cônjuges. Também impede que um casal resolva os problemas como deveriam ser resolvidos – através da comunicação, trabalho duro, e, se necessário, aconselhamento.

De acordo com Harley, se o relacionamento ilícito inclui elementos de comportamento viciado, o primeiro passo em direção à solução do problema é separar-se da fonte de vício.

“Eu digo às pessoas para simplesmente desligarem sua conexão com a Internet -, por pelo menos seis meses”, aconselha. O próximo passo é identificar o que está faltando no casamento e fazer um esforço para preencher as lacunas de uma forma saudável.

Para aqueles casamentos já prejudicados por um caso via Internet, Gary Oliver diz que os passos para reconstruir vai variar de acordo com a longevidade e o fortalecimento do casamento, bem como se o casal online já se encontrou de fato. Em todos os casos, expõe ele, tem que haver a admissão do problema, com a confisão e perdão somados a uma sistema de prestação de contas.

Todavia, o remédio mais confiável é a prevenção. “O melhor salva-vidas contra a infidelidade é uma caminhada intima com o Senhor, intimidade com Cristo e um casamento forte caracterizado pelo tempo gasto juntos na leitura da Palavra e na oração compartilhada”, explica Oliver. “Além disso, encorajo fortemente os casais a se comunicarem abertamente, de forma que um parceiro ou outro possa sentir quando há qualquer perturbação no relacionamento”.

Como a maioria dos casais sabe, criar e manter um casamento sólido é trabalho duro. Mas o esforço requerido não é nada em comparação com a dor que resulta da infidelidade – seja pessoal ou pela Internet.

Evite a rede eletrônica

A Internet tem tornado a pornografia e a fantasia mais convenientes e anônimas do que nunca antes. Mas usando de bom sendo e um pouco de proteção tecnológica, você pode evitar a rede de infidelidade da Internet:

1. Coloque seu computador online numa área aberta de sua casa.

2. Não viaje na Internet quando você estiver cansado, solitário ou sentindo-se mal compreendido.

3. Tenha um destino específico em mente quando você entrar na rede.

4. Desligue o sistema de mensagem instantâneo (se você usa América Online), utilize as ferramentas de controle familiar e filtre o software para bloquear os chamados sites para adultos, novos grupos e certas salas de conversa.

5. Remova seu arquivo pessoal dos serviços online para diminuir suas chances de atrair e-mail pornográfico.

6. Reconheça que conversar com estranhos online rouba tempo e energia de seu casamento. Limite o uso da Internet a determinadas tarefas e gaste mais tempo com seu próprio cônjuge.

7. Converse com um amigo de confiança sobre suas tentações e fracassos. Peça a essa pessoa que ouça sua “prestação de contas”.

8. Se você é extremamente suscetível a encontros pela Internet ou pornografia online, cancele seu acesso à Internet.

Este artigo foi publicado pela primeira vez na revista Marriage Partnership (inverso de 1997). Tradução de Sérgio Viula.

Surgimento do Rock

Do blues nasceu o Rock lançado pelo cantor “branco” Bill Haley que foi adaptada por Elvis Presley e mistificada pelos Beatles.

O Rock incorporou o Country, o Blues (negro) e a música popular urbana, houve então a necessidade de se criar um estilo que concorresse com o rock para ser usado no canto “congregacional americano” surgindo então o gospel music em 1969. “Que é a versão espiritual do Rock que é o lobo vestido de ovelha.

Reggae

“E um dos mais curtidos pela galera surfista, skatista e a moçada da geração saúde”.

Através de Bob Marley o mundo descobriu o Reggae, a filosofia rastafari, e a Jamaica conquistou o seu espaço no mapa.

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O Reggae tem aquela “ginga que exalta os ânimos sem agressividade”. Sem se dar conta você é levado pelo ritmo. Quase que hipnoticamente a melodia convida para dar uma quebradinha no joelho e quando menos espera, o corpo já está no balanço do Reggae. “Liberdade” é a palavra de ordem – liberdade do corpo e da mente. O Reggae “rola” Souto ou arrumadinho. Entregue-se ao balanço porque o Reggae é isso aí.

A dimensão da adoração

A adoração é uma forma mais íntima de relacionamento com Deus. No louvor declaramos que Deus fez e faz grandes coisas; suas obras são perfeitas! Expressamos o louvor a Deus, mesmo em meio às lutas, certos de que Deus transforma a maldição em benção. O louvor realmente traz libertação à nossa alma e cura para o nosso corpo.

Mas a adoração acontece em um nível de maior proximidade e intimidade com Deus.

Esta é a dimensão da adoração, onde o Espírito Santo, através do nosso espírito, nos leva a uma intimidade maior com o Pai. É algo tão glorioso que não existem palavras para descrever o que sentimos. Vai além dos sentimentos, pois adoramos em espírito e em verdade.

Na adoração, vamos à presença do Senhor para manifestarmos todo o nosso amor a Ele.

É no louvor que ficamos preparados para entrar nesta dimensão de intimidade com o Senhor. Entretanto, muitas pessoas ficam satisfeitas só com o louvor, e não avançam para a Sala do Trono. Elas louvam bem, mas não partem para a adoração. É preciso partir do louvor para a adoração. Do lugar Santo para o Santo dos Santos, que é o êxtase da comunhão com Deus.

Deveria haver mais tempo nos cultos e reuniões da Igreja para este momento tão especial de adoração. Dar tempo ao povo para cantar cânticos novos em línguas ao Senhor e entrar neste oceano do Espírito onde maravilhas acontecem em nosso interior, pois estamos face a face com o Senhor de toda a Terra e Céus. Aleluia!

Na adoração, vamos à presença do Senhor para manifestarmos todo o nosso amor a Ele. Quando adoramos, estamos ministrando exclusivamente ao Senhor Jesus, que é digno de toda a nossa adoração. Vamos a Ele com a intenção de dar e não com intenção de receber. Na adoração, só importa a Pessoa de Deus pelo que Ele é e não pelo que Ele poderá fazer a nós.

Definindo Adoração

Não se pode definir exatamente o que é adoração, pois adorar é amar a Deus, e o amor não se define, e sim, experimenta-se. Só quem ama, pode ter algum entendimento do que é o amor. Assim, também, só quem adora a Deus, pode perceber o que é a adoração. Porém, podemos dar algumas definições de adoração.

1 - Beijar a Face de Deus

Certa vez eu estava num momento de profunda adoração, a sós com Deus, quando comecei a ter a sensação de um rosto bem pertinho do meu. Por alguns segundo, imaginei que fosse o meu esposo que havia se aproximado de mim de mansinho, mas não era. Não havia ninguém no quarto senão eu e o Senhor Jesus. Tive uma sensação gloriosa, como se eu estivesse beijando a face de Deus.

Qual foi a minha surpresa e alegria quando descobri que no original grego do Novo Testamento, a palavra que foi traduzida para adoração é a palavra grega PROSKENEU, que na verdade, significa beijar a face em reverência, ou seja, beijar a face de Deus. Foi o que eu senti naquele momento de adoração.

Ora, para beijar a face de alguém, é preciso proximidade e intimidade. Eu não posso beijar o rosto do meu esposo de longe. Assim, não podemos adora a Deus de longe. É preciso estar bem pertinho dele, no aconchego dos Seus braços, na Sala do Trono, desfrutando de uma verdadeira paixão eterna.

Faço uso da palavra paixão no sentido de um fogo eterno de amor a Deus, o qual jamais se apagará. Não me refiro à paixão no sentido que esta palavra tem popularmente, ou seja no sentido carnal. Mas é num sentido sublime, de um amor apaixonado que se renova a cada dia, isto é, como uma paixão eterna que se renova a cada dia, numa proximidade bem íntima com o nosso amado Senhor. Assim, podemos afirmar que adorar é beijar a face de Deus.

2 – Amar a Deus

O adorador é um verdadeiro amante de Deus. Isso mesmo! Se somos adoradores, então somos amantes de Deus, como ordena o mandamento: “Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força” (Mc 12.30).

Este versículo é a melhor definição para adoração, se é que o amor pode ser definido. Adorar é amar a Deus como diz este versículo. De todo o coração, isto é, com o nosso espírito recriado. De toda a nossa alma, isto é, com toda a nossa mente e com toda a nossa força, com todo o nosso corpo. Esta é a dimensão mais íntima de relacionamento com o Deus verdadeiro. Adorar a Deus é amá-lo com todo o nosso ser. A Adoração é algo tão profundo, tão forte e tão íntimo, que as palavras precisam estar ungidas totalmente pelo Espírito Santo para significar pelo menos um vislumbre do que seja o amor de Deus.

Adorar é amar muito ao Senhor. Responder ao amor divino. É uma condição total a Ele. Não existe nada, ninguém, nem coisa alguma que possa ocupar o lugar do Pai Celestial no nosso coração. Tudo é Dele e para Ele. Adorar é beijar o coração de Deus. É um relacionamento muito profundo. Não depende de nada. A verdadeira adoração acontece no Espírito recriado do adorador, não importando se o mesmo está em casa, no templo, na cidade, no campo, no supermercado, na escola, no carro ou no ônibus, no cruzando os céus num avião, ou cruzando os oceanos num transatlântico. Não depende de nada externo. É lá no íntimo, todo o tempo, em todo lugar.

A adoração não depende de sentimentos tais como arrepios ou qualquer outra reação externa. Até podemos sentir fortes emoções, ou mesmo arrepios gostosos ou outros sintomas agradáveis, maravilhosas emoções, mas a adoração não depende de nada disso. É lá dentro do nosso ser, assim como o amor também não depende de nada disso e acontece no âmago de nós mesmos.

O adorar tem uma sede de ser fiel e santo ao Senhor, uma vontade de fazer somente o que agrada a Deus. Tudo o que importa é que Deus seja engrandecido, que o Senhor Jesus cresça em nosso coração, como diz João Batista: “Que Ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.30), pois somente Ele é digno de ser glorificado, exaltado e adorado.

Adorar é fazer a vontade do Pai em resposta ao seu eterno amor. É desejar os desejos dele e querer, sobretudo, agradá-lo. O adorador vive para agradar a Deus, pois quem ama vive para agradar a pessoa amada.

Assim, se amamos a Deus, vivemos para agradá-lo. Adorar é entrar na Sala do Trono, onde o Pai eterno está entronizado e beijar a Sua face em espírito, com o coração totalmente rendido ao Espírito Santo. E isso só é possível se tivermos profunda comunhão com Deus. Beijar a face de Deus espiritualmente requer proximidade e comunhão, num relacionamento de amor eterno, repito, como numa paixão eterna, um amor como fogo que jamais se apagará. Adorar é, pois, amar a Deus.

3 – Dar a Deus

É tão glorioso falar sobre adoração! O nosso coração bate mais forte. Chego a ficar emocionada com o nosso querido Espírito Santo guiando os adoradores.

Desde Gênesis a Apocalipse, encontramos os adoradores adorando ao Deus vivo e verdadeiro. De acordo com Efésios 1.12, fomos criados com o fim de sermos para louvor da glória de Deus. Nós, os que antes havíamos esperado em Cristo, formos feitos para adorarmos a Deus.

Adão e Eva foram os primeiros adoradores terrestres. Foram criados com o propósito de adorar a Deus. Eles mantiveram uma profunda e perfeita comunhão com o Pai, até que caíram em pecado. Enoque andou com Deus. Eis aí outro exemplo de adorador, que amou tanto a Deus que foi logo levado para o lar celestial (Gn 5.22-24).

Mas quero chamar a atenção para o exemplo de Abel. Abel foi um adorador (Gn 4.4). A adoração verdadeira tem tudo a ver com o ato de dar algo a Deus. Este algo não pode ser qualquer coisa. É dar a Deus o nosso melhor. A Palavra diz em Deuteronômio 16.16: “não aparecerão vazios perante o Senhor”. Adorar é ministrar ao Senhor o nosso amor. E este amor é em Espírito e em verdade. Em espírito, porque com o nosso espírito que adoramos. E em verdade, quer dizer, na prática, com atitudes verdadeiras, sinceras, honestas. Na adoração ministramos ao Senhor, cantamos para Ele, olhamos para Ele, entregamos a Ele nossos dízimos e ofertas, como fez Abel, dando a Deus o melhor.

Pastora Delza: Ministra de Louvor e Adoração, Compositora, Escritora, Conferencista, Pastora da I.E.Q Templo das Águas Purificadoras.

Os músicos e o uso de instrumentos

Há muitos cuidados que o músico na igreja deve tomar para não quebrar a ética litúrgica na Casa de Deus. Gostaríamos de citar neste artigo aqueles que julgamos mais necessários. Vejamos cada um deles. Se os instrumentistas vão fazer solo, deverão deixar o volume dos aparelhos numa altura que seja ideal, confortável ao ouvido, e não abrir todo o volume, como muitas fazem, achando que todo mundo está gostando.

Se vão “acompanhar”, devem apenas acompanhar. Acompanhamento quer dizer executar em segundo plano. O que muitos infelizmente fazem é abafar as vozes principais, que estão no primeiro plano. Isso é falta de orientação, de bom gosto, de sabedoria, de bom-senso. Significa que não há um responsável por isso, e que estão agindo de modo absoluto, como bem entendem. Significa que o dirigente deixou tudo à vontade, com a desculpa que isso é “liberdade no Espírito”, quando na realidade é desorganização do responsável.

O instrumento não é para abafar a voz de quem canta, mas acompanhá-la. Às vezes, muitas dessas pessoas, no passado, vieram de ambientes mundanos pesados, onde tocavam a noite inteira, a todo volume, uma música que não era música. Era uma loucura diabólica que arrasava os nervos de qualquer um, e também os ouvidos, e ainda sob essa nociva influência ingressam na igreja, e, uma vez aqui, não ficam totalmente libertos dos gostos mundanos ou não recebem a devida orientação. Daí existirem hoje dois tipos de gerações.

a) – Uma geração de surdos, pelos tímpanos lesados nas orgias superbarulhentas, nos clubes, nos “inferninhos”, nos lares, nos carros etc.

b) – Uma geração de loucos, pelos nervos lesados pela poluição sonora, dia e noite. Essa é uma das causas do Brasil ter no momento 10% de habitantes com distúrbios mentais. Pesquisa recente, criteriosa e prolongada, revelou isso.

A igreja em toda parte tem muita gente assim, que não sabe o que é bom gosto, senso apurado, quintessência, equilíbrio etc. Os tais não sabem que estão arrasando os ouvidos dos outros. É como diz em Malaquias: “Não sabem que fazem mal”.

A música na igreja, segundo a Bíblia, deve ter pelos menos três propósitos, a saber (Cl 3.16):

1. O propósito da adoração a Deus;

2. O propósito do louvor a Deus;

3. O propósito do serviço para Deus.

Podemos ter muita música na igreja, mas sem o propósito da adoração. Nesse caso, a nossa música será tão somente “metal que soa e sino que tine” (I Co 13.1). De todos os ministérios que integram o culto cristão, o que mais está sofrendo é o da música.

Muita música nas igrejas é simplesmente uma coisa qualquer, mas não música espiritual, que arrebata, que transforma, que fala ao coração, que edifica, que inspira, que toca a alma, e não apenas os nossos ouvidos e sentimentos.

Não me refiro só à melodia, harmonia e ritmo. Não. Refiro-me também à letra, muitas vezes antibíblica, irrerevente, iconoclástica, só poética e filosófica. Isso é porventura “música de Deus”, como está escrito em 1 Crônicas 16.42? Por que isso? Geralmente, porque seus autores não andam com Deus para dEle receberem a Palavra que saturaria seus hinos.

A música da igreja não deve apenas encher nossos ouvidos, mas muito mais o nosso coração, de modo que ela sirva de instrumento para Deus revelar e manifestar sua presença em nosso meio. É isso que eu chamo de música como um serviço a Deus. Com exceção do canto congregacional, oriundo de hinários sacros, o que está havendo em muitas igrejas é música mundana, música de boate, música de embalo, música para bailar, sem qualquer dose de inspiração divina e sem nenhum ou quase nada de conteúdo bíblico.

Deus pedirá conta por essa música sem mensagem e sem inspiração. Deus julgará essa desordem na sua casa e no seu culto. Quando a música foi profanada, nos primórdios da raça humana (Gn 4.21-24), veio mais tarde o Dilúvio.

Uma das razões porque o Diabo tem causado tanto estrago na música, tanto fora como dentro da Igreja, é porque ele antes da sua queda era dirigente de música no Céu (Ex 28.13 e Jô 38.7). Portanto, ele conhece essa matéria e sabe como corrompê-la.

Está na hora das igrejas grandes terem um departamento musical sob a direção de alguém competente e escolhido para isso, para coordenar todas as atividades musicais da igreja.

Enquanto a congregação canta no máximo dois ou três hinos em todo o culto, solistas, conjuntos, corais e bandas cantam e tocam até 21 números (como sei de casos)! Segundo as Escrituras, o incenso sagrado (que simboliza a oração e a adoração) era composto de vários ingredientes, mas todos de peso igual (Ex 30.34).

O azeite vinha na frente (Ex 30.22-33). Depois o incenso (Ex 30.34-38). O azeite fala do Espírito Santo. A predominância do Espírito Santo na vida do crente e no ambiente leva a uma profunda e santa adoração.

Montagem e arrumação de instrumentos durante o culto é desorganização, bem como afiná-los durante o culto. Preparem tudo ante do culto. Honrem a Deus, fazendo do seu culto um momento de encontro com Ele, e não uma miscelânea que ninguém sabe o que é.

É com diz Paulo aos Coríntios: “Enquanto um tem fome, outro embriaga-se; de modo que quando vos ajuntais, não é para melhor, senão para pior” (I Co 11).

A questão dos cantores é outro assunto bastante delicado, especialmente quando são cantores de fora, com seus modos e costumes peculiares, às vezes copiados de outros, quase sempre contrariando a boa ordem do culto e querendo dar ou deixar a impressão de espiritualidade, quando muitas vezes não é o caso. Geralmente são indisciplinados, autoritários, chegam quase sempre atrasados e, nesse caso, perturbam o culto todo, ligando instrumentos, afinando-os etc.

Eles conversam durante o tempo em que não estão cantando, não dizem quantos hinos vão cantar, nem pedem permissão ao pastor para isso. Acham que, por serem cantores, têm salvo conduto onde chegarem. Onde está a humildade e as características de um verdadeiro ministério de canto? Então, só porque sou cantor e vou adorar a Deus noutra igreja terei que cantar? Se os dirigentes não tomarem providências, não teremos outro elemento no culto a não ser a música, e nem isso, porque, como já vimos, é música sem unção, sem mensagem, sem poder, sem graça divina, sem nada!

Se o hino que alguém vai cantar tem, digamos, cinco estrofes, pode cantar apenas três e suprimir as demais. É uma questão de sabedoria e bom senso. Salvas as exceções, muitos de seus hinos são obras primas artificiais e sem mensagem, devido a seus autores não quererem saber da Bíblia e da profunda comunhão com Deus. Tais hinos são como uma flor artificial: quase perfeita, mas sem vida, sem perfume, sem crescimento. Uma lei divina é que toda reprodução seja segundo a sua espécie (Gn 1.11-12,31).

Sábado popozudo

Nunca se viu tanto traseiro e seio de fora no dia mais desprezado pelos espectadores

Já se tornou tradição: as noites de sábado são tristes na televisão brasileira. Como a audiência é mais baixa nesse dia e nessa faixa de horário do que no restante da semana, as grandes redes aproveitam para colocar no ar o que há de mais rasteiro em sua programação: filmes de segunda categoria, humorísticos reciclados e shows baratos. Nos últimos tempos, porém, um outro produto tem se destacado no sabadão televisivo – as popozudas. Em qualquer canal que se sintonize as musas calipigias lá estão, com seus volumes a preencher a tela e a fantasia dos distintos (e desocupados) espectadores. A exibição de traseiros femininos não é uma novidade, mas ela nunca foi tão explicita, tão explorada pelas câmeras. Também jamais se viu tanto seio de fora na televisão aberta. Como exceção do período carnavalesco, é evidente.

Nos humorísticos da Globo (Zorra Total), do SBT (A Praça É Nossa) e da Record (Escolinha do Barulho), a quantidade das piadas engraçadas é inversamente proporcional ao número de moças bem fornidas. Na Bandeirantes, a principal atração do último dia 12 foi o making of do ensaio fotográfico da Feiticeira para a Playboy. Exatamente como na revista, a exuberante Joana Prado tirou o véu – e tudo o mais – em um programa inteiramente dedicado a ela. Já Sérgio Mallandro, da Gazeta, é do tipo que gosta de acessórios. Ele instalou um touro mecânico em seu cenário. Sobre o brinquedo, mulheres em trajes sumários são jogados para cima e para baixo, proporcionando visões panorâmicas de suas vergonhas – ou da falta destas. Em semelhante contesto, as garotas de camiseta molhada de Gugu Liberato têm o impacto de uma pintura acadêmica.

Tem-se a impressão de que o público desse tipo de programa é apenas masculino. Dá até para ver o marmanjo babando na frente da TV, enquanto a patroa cochila ao lado no sofá – e toca mudar de canal rapidinho, quando ela ameaça abrir os olhos. No entanto, o presidente da agência de propaganda, Alexandre gama, afirma que as coisas estão mudando. “Hoje em dia, as mulheres também se ligam nessas atrações, nesse que seja para falar mal das garotas que mostram seus atributos”, diz ele. Não deixa de ser uma tese interessante para você, leitor homem, justificar o interesse pelas imagens lúcidas que, com o perdão verbo, abundam diante de seus olhos. “Olhe só que horror, querida!” eis uma frase a ser usada em tais situações. Embora não tenha hora para acabar, avançando madrugada adentro, o sábado das popozudas tem hora cera para começar: depois do término da novela das 8 da Rede Globo. Nesse momento, a audiência da emissora costuma cair abruptamente em até 10 pontos e todas as concorrentes lançam a rede para colher o seu punhado de público. “Não adianta reclamar, diz Homero Salles, diretor do humorístico Escolinha do Barulho. “Nada segura um espectador perdido como uma mulher bonita, de preferência sem roupa”.

A UNÇÃO FAZ A DIFERENÇA

Sl 92.10 Hb 1.9 Sl 23.5

I – A NECESSIDADE DA UNÇÃO

1.1 E a unção de Deus capacita uma pessoa a ocupar um cargo para o qual Deus o chamou.

1.2 O próprio Jesus só iniciou o seu ministério depois que foi ungido. Lc 4.16-21 - At 10.38 Mt 4.23

Aplicação. Se o próprio Jesus precisou da unção para inicIar seu ministério IMAGINE EU E VOCÊ.

II – O QUE É UNÇÃO

2.1 A unção no Antigo Testamento:

Significa untar com óleo ou com ungüento. Ungüento => origina-se de uma palavra no latin que significa Ungir.

2.2 O óleo do ungüento era preparado especialmente para esse propósito. Ex. 30.22-33

2.3 Ingredientes para preparação do ungüento. Ex. 30.23-25 -

a) Mirra – Resina aromática – Goma odorífica, medicinal, anestésica, purificadora, produzida pelo balsamodembro.

b) Cinamomo – canela de cheiro, que compreende a cânfora, árvore perfumada (Ct 4.14)

c) Cálamo – raiz aromática de uma espécie de caniço dos pântanos, planta de cheiro doce.

d) Óleo de oliveira

e) Cássia – árvore com flores amarelas que dá vagens cujas sementes são medicinais e perfumadas, casca aromática.

2.3 – Quem era ungido no Antigo Testamento

a) Reis – I Sm 16.1-13 - Sl 89.20

b) Sacerdotes – Ex 29.4-7

c) Profetas – I Rs 19.15,16,19-21

d) Todos utensílios e mobílias do templo / tabernáculo – Ex 30.27-29 -

2.4 – A unção do Novo Testamento

Para nos ajudar a entender a unção no N.T. temos que perceber que as palavras: PODER, ESPÍRITO, ESPÍRITO SANTO, VIRTUDE, UNÇÃO AUTORIDADE... são sinônimos.

2.5 – A unção no N. T. está centralizada em Jesus Cristo. Messias / Cristo significa o ungido.

a) Ungido no seu nascimento. Lc 1.35

b) Ungido no seu batismo. Lc 3.21-22 -. Mt 3.16-17

c) Ungido no seu ministério – Lc 4.18, 21.

2.6 A quíntupla unção sobre Jesus – Ef 4.11-12

1 Jesus o Apóstolo. Hb 3.1

2. Jesus o Profeta. Mc 6.4

3. Jesus o Evangelista. Lc 4.18

4. Jesus o Pastor. Jo 10.11

5. Jesus o Mestre. Mt 7.28,29

2.7 – A unção sobre os crentes

Jo 3.34 Jo 7.38 Jo 16.17-18

2.8 - A unção sobre os crentes para reinar. Rm 5.17

2.9 - A unção sobre os crentes como sacerdotes. Ap 1.5-6

2.10 – A unção sobre os crentes como profetas. Cl 3.16

Importante. A ministração com óleo na atual dispensação está acompanhada a oração da fé que separa o enfermo. Tg 5.14-15. e a unção como capacitação hoje acontece pela unção do Espírito Santo. Lc 4.18; At 10.38

III – PROPÓSITOS DA UNÇÃO NA BÍBLIA

3.1 – Ex. 40.9-16 – Separação de homens e objetos para uso exclusivo de Deus.

3.2 – Ex. 30.30 – Consagração – Ocupação com as coisas de deus

3.3 – I Sm 10.1-3 – Habilitação – O ato reveste o eleito de autoridade para uma tarefa especifica.

3.4 – I Sm 10.6 – Transformação. O Espírito do Senhor apossará de ti.

3.5 – I Jo 2.20 – Ensino – E vos tendes a unção do Santo e tendes todo o conhecimento.

3.6 – As sete características da unção do Santo – Is 11.2

1. O Espírito do Senhor

2. O Espírito de Sabedoria

3. O Espírito de Entendimento

4. O Espírito de Conselho

5. O Espírito de Fortaleza

6. O Espírito de Conhecimento

7. O Espírito de Temor do Senhor – Ap 1.4

3.7 – A unção do Salmo 23.5

a) Proteção. O óleo na cabeça das ovelhas evita mosca.

b) Cura. A ovelha arranhada, machucada era curada com óleo.

c) Livramento. O cheiro do óleo evitava que a ovelha fosse farejada.

IV – A MOSCA NO UNGÜENTO

Ec 10.1 – Qual mosca morta faz o ungüento do perfumador exalar mau cheiro.

Eventos de moscas:

1. Ec 7.1 – E melhor bom nome do que o melhor ungüento.

2. Hb 1.9 – Unção e santificação.

V – PROPÓSITOS DA UNÇÃO NA EVANGELIZAÇÃO

Is 61.1-3; Lc 4.18-19

5.1 – Pregar boas-novas aos mansos – pobres

5.2 – Restaurar os contritos de coração

5.3 – Proclamar liberdade aos cativos

5.4 – Proclamar abertura de prisão aos presos

5.5 – Abrir os olhos dos cegos

5.6 – Por em liberdade os oprimidos

5.7 – Anunciar o ano aceitável do Senhor.

5.8 – Apregoar o ano da vingança do nosso Deus

5.9 – A consolar os que choram

VI – A unção faz a diferença – Sl 92.10

6.1 – Se houver unção nos púlpitos haverá glorificação nos bancos.

6.2 – A diferença da unção no Sl 133

a) O óleo preciso desde, derramado;

b) Na cabeça – governo, direção, administração.

c) Na barba – autoridade, ousadia, intrepidez

d) Na gola – intimidade, comunhão

e) Nas vestes – União, unidade “E ali que o Senhor ordena a benção e a vida para sempre”.

Fontes:

Mensageiro da Paz – abril 1998, Julho 1999 e março de 2004

Revista Graça – Agosto de 1999

Revista Cristã – Edição 15

Revista Jovem Cristão, Abril e junho de 1989

Folha Universal – fevereiro de 2001

Revista Veja – Agosto de 2000

Revista Seara – Março 1999

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POR UM MUNDO MELHOR

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